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"Numa época de dissimulação, falar a verdade é um ato revolucionário." (George Orwell)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Implosão da EMDUR (Artigo do presidente)


Venho defendendo a IMPLOSÃO da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo-EMDUR.
A defesa da implosão vem gerando interesse,por isso passo a discorrer sobre o projeto que defendo.
Em que consistiria a implosão defendida?
Primeiramente vamos definir o conceito do termo implosão.
Segundo o dicionário Michaelis o termo "implodir" significa "estourar para dentro."
É justo a minha defesa.
Para que a EMDUR seja uma empresa realmente do povo,ou seja,pública,é necessário que haja um estouro interno...uma explosão interna.
Óbvio que me refiro ao termo em sentido figurado,no sentido administrativo.
Como se daria o processo de IMPLOSÃO da atual estrutura administrativa?
Visualizo três fases importantes:

1ª- AMPLA auditoria interna

Seguindo a linha de "estourar para dentro",defendo a realização de ampla auditoria,onde sejam levantadas as irregularidades administrativas cometidas ao longo de 1/4 de século (25 anos).

2ª- AFASTAMENTO IMEDIATO dos culpados

Após auditoria ocorreria o afastamento imediato dos culpados.
Afastamento preventivo,onde os lobos ficassem quilômetros distante das ovelhas.
As punições devem seguir ritos baseados no princípio da ampla defesa e do contraditório,mas com afastamento imediato dos envolvidos como medida preventiva.

3ª- REESTRUTURAÇÃO ampla

Após auditoria e afastamento dos culpados,seguiria-se novo passo rumo a IMPLOSÃO administrativa.
Ou seja,a fase de reestruturação administrativa.
Na fase 3 ocorreria a reorganização da empresa,onde estatutos seriam reescritos,cargos extintos,democracia seria respeitada,transparência ocorreria...etc
Seria a fase final no processo de IMPLOSÃO da empresa pública municipal.

Recapitulando,são três importantes passos: 
1.Auditoria ampla interna  
2.Afastamento dos culpados 
3.Reestruturação ampla
A estrutura atual é arcaica,superada.
A EMDUR foi criada na metade do anos 80,e desde então nunca passou por uma reorganização estrutural séria,voltada à modernização da empresa pública.
Tenho dito,e escrito,que a empresa hoje é mais um negócio de "compadres" e "comadres" do que uma empresa pública de fato.
O povo não é dono da EMDUR atualmente,pois nunca sabe das decisões administrativas tomadas por "meia-dúzia" de iluminados.
Numa IMPLOSÃO isso tem que mudar,a empresa tem que tornar-se do povo,voltada ao povo.
A implosão da EMDUR será boa para o povo,será boa para a empresa e será melhor ainda para os trabalhadores,pois na fase 3 vem a VALORIZAÇÃO do quadro funcional dentro de um moderno processo de REESTRUTURAÇÃO administrativa.
O funcionário da EMDUR hoje sente-se desmotivado,desvalorizado e sem perspectiva de avançar na carreira.
Na fase 3 entra o PCS (Plano de Cargos e Salários).
Um PCS sério,voltado à valorização funcional,é fundamental dentro de uma empresa moderna.
Enfim,aqui apresentei,em breves linhas um resumo do que seria a IMPLOSÃO que defendo.
O velho precisar ruir,ser implodido,para que o novo surja.
Não é um projeto fechado,está aberto à contribuições.
Quem quiser colaborar: sintraep@hotmail.com¨

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Bravos guerreiros da Volks...35 dias de resistência.


A paralisação dos 3.100 funcionários da Volkswagen, em São José dos Pinhais, já dura 35 dias. Hoje, durante assembleia, eles decidiram manter a greve até que a empresa se disponha a conceder a Participação nos Lucros e Resultados 2011. 
O Sindicato da categoria informou que a empresa pediu um prazo até amanhã para apresentar uma proposta.
Os 35 dias de greve já geraram à montadora um prejuízo de R$ 1 bilhão, pois 21.310 carros dos modelos Fox, Crossfox, Golf e Fox Europa, deixaram de ser produzidos.
O presidente do sindicato, Sérgio Butka, afirmou que durante a reunião, a empresa demonstrou que quer negociar.
“Nestes 35 dias, pela primeira vez sentimos disposição por parte da empresa em discutir uma proposta. Esperamos que até o final de semana seja possível fechar um bom acordo para os trabalhadores”, afirmou.

Fonte:
Apoio do SINTRAEP aos trabalhadores:


Jornalista indignado com demora sobre CPI

Jornalista,apresentador do "Café da Manhã" (Rádio Integração AM),está indignado com a demora na instalação da CPI destinada a promover investigações na EMDUR.
Foi na Rádio Integração que o ex-diretor da empresa fez graves denúncias.
Desde então o assunto tem sido pauta constante de discussões,mas sem que a CPI saia do papel e torne-se real.
Aliás,o sindicato (SINTRAEP) é favorável à instalação da comissão desde que a denúncia veio a público.

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Cidadão de 75 anos quer investigações


Cidadão de Toledo,de 75 anos,confia na denúncia de Marco Pereira (ex-diretor administrativo da EMDUR) e pede por investigações.
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Questionamentos gerais sobre a CPI DA EMDUR

Os dias passam,as semanas passam,os meses passam,e até agora não foi criada (instalada) a CPI que deverá investigar a Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo-EMDUR.
A demora gera vários boatos e desconfianças.
Parte das desconfianças foram tratadas no "Café da Manhã",programa levado ao ar diariamente através da Rádio Integração AM.

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Forças ocultas atuam para evitar CPI

A coisa anda tão feia que já estamos falando em "forças ocultas" no caso envolvendo a instalação da CPI DA EMDUR.
O ex-presidente Jânio Quadros já falava em forças ocultas quando justificou,em documento,sua renúncia.
No caso da EMDUR,as forças ocultas querem sepultar a CPI antes mesmo dela iniciar-se.
Ontem,em seu programa matinal,o jornalista Jair Scarpato leu a opinião do sindicato sobre o tema.

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terça-feira, 7 de junho de 2011

Queimadores no aterro sanitário? E quanto ao funcionário da EMDUR?

Primeiro a publicação,na íntegra,de postagem do Blog do jornalista Paulo Weber Junior:

Está sendo concluída nesta semana a instalação dos queimadores no aterro sanitário de Toledo. 
Os equipamentos visam transformar o gás metano, gerado pela decomposição dos resíduos no ambiente, em gás carbônico que é de menor impacto na camada de ozônio. 
O município não quer nem de perto uma situação semelhante aquela verificada no final de maio em Assis Chateubriand, quando o lixão do município incendiou a partir de restos industriais e de oficina de caldeiras. 
Na vizinha cidade o prejuízo anunciado foi superior a R$ 5 mil para conter as chamas e extirpar novas possibilidades num futuro próximo. 
Porém, uma ocorrência como essa em Toledo poderia causar prejuízos ainda maiores, uma vez que o lixo produzido em Assis é resultado do consumo de pouco mais de 33 mil pessoas, enquanto que em Toledo o volume de resíduos provém das residências de 120 mil habitantes. 

Confira o original: http://bit.ly/kdKwsj

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Diante da notícia,o presidente do sindicato deu sua opinião (no blog do jornalista):


Entrada do aterro sanitário de Toledo
Trabalhador do aterro necessita de atenção

Nota do sindicato: A atitude é louvável,irá poluir menos e evitar acidentes com graves proporções e prejuízos.
Entretanto,mais um vez investem em máquinas,no caso os queimadores,e esquecem do ser humano.
O sindicato tem alertado a EMDUR sobre as péssimas condições de trabalho oferecidas ao trabalhador da empresa que por lá atua...mas,sem que a empresa tenha se sensibilizado até aqui.
Exemplo: o funcionário atua em máquina que amanhece coberta de urina e fezes de ratos (por falta de a máquina ter a devida cobertura),já foi feito o alerta mais de uma ocasião,sendo que uma vez o alerta foi feito ao vivo no "Café da Manhã". (Rádio Integração AM,programa apresentado pelo jornalista Jair Scarpato)
É desumano também que o funcionário tenha que registrar seu ponto na Pedreira Municipal,sendo que seu local de trabalho é no Aterro Sanitário.Nos finais de semana e feriados ele acaba gastando combustível do próprio bolso para deslocar-se da pedreira ao aterro e vice-versa.
A EMDUR precisa voltar seus olhos ao ser humano,ao trabalhador,e procurar oferecer melhores condições de serviço.
Não somente no aterro,mas em todos os setores onde a empresa pública atua.
Perguntamos: sem o ser humano quem operaria as máquinas?


domingo, 5 de junho de 2011

Jornada excessiva de trabalho


Um em cada cinco trabalhadores tem uma carga semanal acima das 48 horas, que é o valor máximo definido pela legislação internacional. São 614,2 milhões de trabalhadores com jornada excessiva, a maior parte na Ásia e África.Na América Latina os números são melhores. A jornada máxima legal varia de 40 (no Equador) a 48 horas (Argentina), mas a carga efetivamente trabalhada, medida pelos institutos oficiais, é menor. Segundo a OIT, no Brasil a jornada efetiva é de 41,3 horas para os trabalhadores assalariados. Na Argentina atinge 41,5, e no México chega a 43,5 horas.

Mas a própria OIT adverte que esses números podem esconder realidades distintas dependendo do setor, como ocorre em outros países. Na China, por exemplo, a jornada legal é de 40 horas e a efetiva é de 44,6 horas, mas há setores, como o de hotelaria, que têm carga de 52 horas semanais.

De acordo com a OIT, os dados sobre os países emergentes e em desenvolvimento ainda são incompletos, o que dificulta uma análise mais detalhada da jornada de trabalho.História

A primeira convenção da OIT sobre a jornada de trabalho é de 1919, que estabeleceu o princípio de "8 horas por dia e 48 horas por semana" para o setor manufatureiro. Esse critério acabou tornando-se referência para todos os países. Mesmo antes disso, Nova Zelândia e Estados Unidos já adotavam a carga de 48 horas. Após a Segunda Guerra Mundial (1945), os países industrializados começaram um movimento de redução da jornada para 40 horas, pressionados pelos sindicatos.

No Brasil, só houve duas regulamentações da jornada de trabalho: a primeira em 1943, quando a carga semanal foi estipulada em 48 horas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Em 1988 foi reduzida para 44 horas pela Constituição.
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Recado dominical com destino certo

Por vezes é necessário deixar as coisas bem claras,para que incômodos desnecessários venham a ser evitados.
O presidente do SINTRAEP deixou bem clara sua posição,via twitter,hoje.
Confira abaixo:
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sábado, 4 de junho de 2011

Recordações de uma covardia (Maio de 2010)

Um caso evidente de perseguição sindical existiu recentemente contra o presidente  da entidade sindical que representa os interesses dos trabalhadores da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo-EMDUR.
Processo fraudulento foi iniciado pela empresa pública em novembro de 2008 e encerrado somente em maio de 2010 (quase dois anos depois).
No encerramento da farsa o líder sindical foi penalizado com vinte (20) dias de afastamento das funções e 70% de corte no salário do mês.
Abaixo seguem alguns áudios para relembrar a armação arquitetada pelo núcleo administrativo da empresa pública municipal.
A lembrança serve para duas coisas: manter acesa a recordação de que a EMDUR perseguiu sindicalista e evitar que novas perseguições ocorram.

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No áudio abaixo,a partir dos 3º minuto,chega o ponto em que o presidente do sindicato sugere que o prefeito afaste diretores jurídico e superintendente da época (maio de 2010).
Também há a sugestão da instalação de um módulo policial na Rodoviária.

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Insalubridade por limpeza de banheiro ( 2º caso )


A Companhia Riograndense de Saneamento – Corsan foi condenada ao pagamento das diferenças entre o adicional de insalubridade em grau médio e grau máximo devidas a um empregado que realizava a limpeza de banheiro em escritório da empresa.

A Corsan tentou reverter a decisão, mas teve o recurso não conhecido na Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho, ficando assim mantida a condenação imposta pelo Tribunal Regional da 4ª Região.

Segundo o relator do apelo empresarial, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, a liberalidade da empresa em pagar, por iniciativa própria, o adicional em grau médio ao empregado resultou em reconhecimento de que a atividade desenvolvida por ele era mesmo insalubre. Assim, não cabe a alegação de que a decisão violou o artigo 190 da CLT.

O relator afirmou ainda que o enquadramento em grau máximo das atividades exercidas com o recolhimento de lixo e higienização dos banheiros não contraria a Orientação Jurisprudencial 4 da SBDI-1 do TST, que dispõe a respeito do adicional de insalubridade em trabalho realizado com a coleta de lixo e limpeza de sanitários em residências e escritórios. 
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Fonte:

Insalubridade por limpeza de banheiro

Trabalhadora ganhou adicional de insalubridade na Justiça do Trabalho por limpar banheiros na Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos. 
O serviço foi considerado como de “limpeza urbana” por ser em local de grande circulação de pessoas, e, por isso, com direito ao adicional.
A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho (TST) não conheceu recurso da Unisinos e manteve a decisão da Segunda Turma do TST no mesmo sentido.
A Unisinos não conseguiu apresentar cópias de julgamentos (arestos) que demonstrassem divergência com o julgamento desfavorável do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, requisito necessário para o exame do recurso.
No caso, as cópias das decisões não tratavam da mesma hipótese do processo, pois eram sobre limpeza de sanitários em ambiente de circulação restrita e de coleta de lixo domiciliar, não urbana (locais de grande circulação de usuários).
Ao recorrer à SDI-1 do TST, a Unisinos alegou que a atividade desenvolvida em suas dependências não se enquadraria na regulamentação do Ministério do Trabalho (NR 15, Portaria nº 3214/78) e não estaria dentro do que determina a Orientação Jurisprudencial nº 4 da SDI-1.
A OJ nº 4 dispõe que “a limpeza em residências e escritórios e a respectiva coleta de lixo não podem ser consideradas atividades insalubres, ainda que constatadas por laudo pericial, porque não se encontram dentre as classificadas como lixo urbano na Portaria do Ministério do Trabalho”.
No entanto, o ministro Carlos Alberto Reis de Paula, relator na SDI-1, não constatou violação à OJ.
O ministro destacou que a Turma, ao manter a condenação do pagamento de adicional de insalubridade, se apoiou “nas premissas fixadas pelo Regional”, que entendeu tratar-se de coleta de lixo urbano, devido à grande circulação de pessoas, e classificada, portanto, na relação oficial do Ministério.

(Augusto Fontenele) 

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Fonte:
Limpeza em banheiro gera insalubridade