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"Numa época de dissimulação, falar a verdade é um ato revolucionário." (George Orwell)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Entrevista do superintendente Waldir (4 partes)

Waldir Fabrício dos Santos,diretor superintendente da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo (EMDUR) esteve hoje,pela manhã,no programa "Guaçu Notícias" (Apresentado pelo jornalista Batista Franco).
Segue a entrevista:



 

sábado, 14 de janeiro de 2012

Assistência à saúde,refeições e horário do RH

O prefeito de Toledo (Paraná) esteve participando no "Guaçu Notícias" (Rádio Guaçu) de hoje,na ocasião ele falou sobre três assuntos que interessam ao coletivo dos trabalhadores da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo-EMDUR.
Sendo eles:

1º- Assistência à saúde coletiva;
2º- Refeições para trabalhadores (a) que não puderem ir ao refeitório da empresa;
3º- Horário de atendimento do RH (Recursos Humanos).

As perguntas foram enviadas pelo presidente do SINTRAEP,Luiz Carlos dos Santos,e lidas no ar pelo jornalista Batista Franco.


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Discorda do enquadramento ? ... RECORRA!

Está aberto,a partir de hoje,o prazo de 30 (trinta) dias para que o servidor da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo-EMDUR possa recorrer de seu enquadramento na Lei nº 2.076/2011 (que criou o Plano de Carreiras,Empregos e Salários).
O prazo inicia-se hoje e encerra-se em 07 de fevereiro.
Os recursos apresentados serão analisados por uma Comissão de Revisão,composta por cinco membros,sendo que dois deles são indicados pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Públicas Municipais de Toledo-SINTRAEP.



sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Quando vamos ter investimentos na Usina de Asfalto?

Há meses estamos na luta por investimentos na Usina de Asfalto.
O local está aproximadamente 20 anos da mesma forma,sem as mínimas condições de trabalho.
O local carece,por exemplo,de vestiário,refeitório e banheiro adequados.
O carimbo da empresa prova a data em que protocolamos documento pedindo providências.
Confira:
Clique na imagem e acesse ao documento
Desde então estamos no aguardo de que ações práticas venham a ser tomadas.
Para não dizer que estamos exagerando,assista ao vídeo feito no local e tire suas conclusões.

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Presidente do SINTRAEP denuncia anti-sindicalismo na EMDUR




Ex-diretor administrativo da EMDUR dá declarações públicas

Marco Pereira,ex-diretor da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo-EMDUR,faz declarações no pós-CPI.
Histórico: Em novembro de 2010 o ex-diretor concedeu polêmica entrevista ao jornalista Jair Scarpato,onde apontou possíveis irregularidades na gestão da empresa pública.
Suas declarações na época deram início a movimentações que geraram uma CPI.
Devido ao tempo curto,e a maioria de seus membros serem da base de governo,a comissão não apresentou relatório que comprovasse as declarações iniciais de Marco Pereira.
Agora a expectativa é pela apresentação de um relatório paralelo e intervenção do ministério público para prosseguimento nas investigações.
 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Trabalhador denuncia (Sobre refeições)

A denúncia pública do trabalhador foi feita no programa "Guaçu Notícias",apresentado pelo jornalista Batista Franco.
O sindicato espera que providências sejam tomadas por parte da diretoria da EMDUR.

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Anti-sindicalismo na EMDUR (Texto explicativo)

Para aqueles que não entenderam ainda a prática anti-sindical exercida pela Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo-EMDUR.
  SINDICATO DENUNCIA
 ANTI-SINDICALISMO NA EMDUR

O anti-sindicalismo exercido na Emdur se dá claramente da seguinte maneira:
Não liberam NENHUM dirigente para exclusiva dedicação aos trabalhos sindicais,sendo que no sindicato dos servidores públicos municipais creio que são liberados de três a quatro dirigentes.
Ao não liberarem ninguém eles engessam nossas ações,já que temos que cumprir uma jornada de trabalho de,em média,44 horas semanais.
Como cumprir uma jornada de 44 horas semanais e ainda realizar trabalhos sindicais?
Como não temos recursos financeiros para bancar uma estrutura de atendimento em nossa sede,os trabalhadores ficam também sem ter onde procurar informações ou apresentar reivindicações,denúncias...etc
Ou seja,tudo vem de encontro ao que eles (direção da empresa) querem.
Hoje,com muito esforço,ainda temos conseguido realizar algum trabalho,com sacrifício da vida social e familiar muitas vezes.
Mas,pergunto,até quando?

(Texto de autoria de Luiz Carlos dos Santos,presidente do Sintraep)

sábado, 31 de dezembro de 2011

2011 está indo...bem-vindo 2012


2012 chegando.
Que seja um ano de vitórias.
Não somente vitórias individuais,mas acima de tudo vitórias coletivas.
Os trabalhadores anseiam por avanços,evoluções,nas condições de trabalho.
Um exemplo claro é a tão esperada assistência à saúde familiar,jamais existente em 26 anos de criação da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo-Emdur.
O coletivo não entende porque não é beneficiado.
É um avanço esperado e constantemente cobrado pela direção atual do sindicato,em TODAS as nossas pautas consta a necessidade de assistência à saúde.
Outra necessidade urgente é a implantação de uma política de qualificação profissional coletiva,com a empresa disponibilizando mecanismos de apefeiçoamento coletivo.
Assim todos seriam beneficiados,a começar pela própria empresa,que ofereceria à comunidade um serviço cada vez mais padronizado,mais moderno e voltado à evolução da cidade.
Uma política de valorização constante dos salários é outra necessidade sempre presente.
Sem bons salários não há motivação,sem motivação não há serviço de qualidade.
Logo a chave é a implantação de uma política que vise aumentar o poder de compra dos salários pagos.
É possível,basta querer.
Menos burocracia também é bem-vinda,precisamos trocar o olhar burocrático pelo olhar social.
Menos letras,mais humanidade.
Exemplo claro: teria custado uma fortuna à EMDUR o fornecimento de algum tipo de benefício de final de ano? (cesta básica,vale-alimentação ou um simples panetone)
Claro que não.
Bastava olhar social e planejamento durante 2011,ao final seria fácil viabilizar algo.
Olhar social,está aí um dos segredos da moderna administração.
Outra coisa grave e que precisa ter fim: PRÁTICA ANTI-SINDICAL.
Hoje a empresa engessa,inviabiliza,o movimento sindical.
Ao não liberar ao menos um dirigente para EXCLUSIVA dedicação às atividades sindicais a empresa visa prejudicar o movimento coletivo,ou seja: pratica um grave crime contra a liberdade sindical.
Só para relembrar,a título de exemplo,o sindicato dos servidores públicos municipais de Toledo tem de três a quatro servidores liberados.
Dois pesos,duas medidas?
Se lá pode,por que aqui não pode?
Qual a diferença?
Então fica aqui o alerta: é preciso por fim na prática anti-sindical.
Muitas são as necessidades que o coletivo quer que sejam atendidas,seria muito extensivo pôr todas aqui,portanto serei breve.
Reforço: não está tudo bem,há necessidades urgentes (como as citadas acima),que 2012 traga a solução negocial,já que a judicial prejudica ambos (patrões e empregados).
Sejamos coerentes,mas acima de tudo,vejamos o lado social,o lado coletivo.
Feliz 2012 aos trabalhadores,em especial aos sindicalizados,que reforçam o poder representativo da entidade sindical.
Aos não-sindicalizados peço reflexão sobre a luta coletiva,nada chega até nós de mão beijada,é tudo (tudo mesmo) fruto de muita luta,de desgaste,de persistência.
Entre 2012 inovando,fortaleça o coletivo com sua entrada no quadro de associados de seu sindicato.
Felicidades!

Luiz Carlos,presidente do SINTRAEP


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Sobre CPI,EMDUR e denúncias

Posição do presidente do SINTRAEP sobre CPI e denúncias contra a EMDUR.

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Relatório final da CPI DA EMDUR não aponta NADA

Relatório final pede arquivamento

 A Comissão Parlamentar de Inquérito da Emdur aprovou nesta quinta-feira, dia 29 de dezembro, o relatório pelo seu arquivamento. 
A proposta do relator Luíz Fritzen teve três votos favoráveis, a abstenção de Ademar Dorfschmidt e um voto não de Paulo dos Santos. 
O relator apontou que a denúncia de dívida de R$ 1,5 milhão não foi comprovada, havendo na verdade uma dívida de R$ 487 mil que já foi paga e uma dívida com o INSS de R$ 1,152 milhão que teve parcela de R$ 39.632,00 paga em novembro.
Segundo o relatório a Emdur no período de novembro de 1992 a julho de 95 descontou dos funcionários mas deixou de recolher ao INSS pouco mais de R$ 600 mil e esta dívida atingiu R$ 3,233 milhões, mas foi renegociada e agora será pago R$ 1,152 milhão até outubro de 2014. 
Quanto à suposta dívida de R$ 1,5 milhão disse que as investigações mostraram que ela simplesmente não é verdade, não existe e que as acusações se deveram a uma disputa entre os ex-diretores Marco Pereira e Lourival Neves Júnior.
O relator disse ainda que o pedido de CPI considerou um período um ano à frente e lembrou depoimento do contador de que a dívida nada significa e se deveu a um atraso em boras que a empresa realizava. Segundo Fritzen a Emdur fatura de R$ 11 milhões a R$ 12 milhões anuais e tem a credencial de supervisão e avaliação do Banco Interamericano de Desenvolvimento-BID, nas obras realizadas com recursos dele em Toledo, como os asfaltamentos na região de São Luiz e Gramado.
O presidente Rogério Massing afirmou que existem pessoas que ficam tristes quando não se constata roubo e respeita sua posição, mas foi feito um trabalho sério para chegar a este resultado. 
Ele agradeceu o respeito dos vereadores com ele e os depoentes e destacou que durante as tomadas de depoimentos foram feitos de 30 a 40 questionamentos a cada convocado, destacando os três servidores que apoiaram os trabalhos nas festas natalinas e agradecendo a todos que vieram à CPI depor e esclarecer os fatos, anunciando ainda que todas as atas, documentos e gravações estão à disposição dos vereadores.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Enquanto isso no twitter...

Presidente do Sintraep faz constantes alertas públicos