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"Numa época de dissimulação, falar a verdade é um ato revolucionário." (George Orwell)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Plano de Cargos está com SINTRAEP


A Comissão de Negociação Sindical esteve hoje reunida com a direção da empresa pública EMDUR para apresentação do projeto do Plano de Cargos e Salários.
O Plano é inédito na empresa,sendo que desde sua fundação,em 1985,a EMDUR nunca teve um.



A documentação (fotos acima) foi entregue para apreciação da Comissão,que depois de ampla avaliação,e discussão,apresentará aos trabalhadores para decisão final.
A primeira reunião dos membros da Comissão de Negociação,para análise do projeto,ocorrerá sábado (18).
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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Reunião com diretoria da EMDUR amanhã

Está confirmada reunião para amanhã com diretoria da EMDUR.
Os membros da Comissão de Negociação Sindical estarão presentes para tratar do Plano de Cargos e Salários (PCS).
O PCS é reivindicação histórica do sindicato.
A proposta/reivindicação foi apresentada aos candidatos a prefeito em 2008,sendo que dois deles aderiram a idéia.
Um deles foi José Carlos Schiavinato (atual prefeito de Toledo-Paraná).
A reivindicação foi inserida em seu Plano de Governo e em 2011 caminha rumo a sua implantação.
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PCS:Reivindicação do Sintraep
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terça-feira, 14 de junho de 2011

Entidades querem melhorias na telefonia móvel

Diversas entidades da sociedade civil organizada uniram-se em favor da reivindicação de melhorias nos serviços prestados pela telefonia móvel de Toledo.
Um documento foi redigido,endereçado a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações),cobrando a intervenção da agência no sentido de que os cidadãos obtenham o merecido respeito por parte das operadoras de telefonia.
O Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Públicas Municipais de Toledo (SINTRAEP),que representa os trabalhadores da EMDUR, é um dos signatários da reivindicação.
Confira o documento:
 
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Pedido de CPI foi reapresentado (ALELUIA)

Na sessão do legislativo municipal de ontem o pedido de instalação da CPI da EMDUR foi reapresentado pelos quatro vereadores de oposição.
Ganhou a coerência.
Assinaram o pedido:Paulinho da Saúde (PT),Adriano Remonti (PT),Leoclides Bisognin (PMDB) e Ademar Dorfschimidt (PMDB).
Agora é preciso que a sociedade organizada acompanhe de perto os trabalhos.
E torcer para que não haja novo parecer jurídico contrário.
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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Mais assessores na Câmara Municipal ... será?

Ao invés de fiscalizar e legislar,funções básicas,os vereadores de Toledo concentram suas energias em outras ações.
Conversas de bastidores dão conta de que os edis planejam aumentar consideravelmente o número de assessores.
Atualmente cada gabinete conta com dois assessores a disposição.
 A intenção seria aumentar para três por gabinete.
Será?
Confira a matéria:
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Discutem aumento de assessores,mas fazem de conta que na EMDUR tudo anda 100% bem.
Sorte nossa (moradores de Toledo/Paraná) que 2012 está chegando.
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Não ouço,não vejo e não falo nada ... por onde andas CPI?

Por vezes a classe política comporta-se como os três macaquinhos (na ilustração abaixo),aqueles que não ouvem,não enxergam e não falam.
Está sendo assim com o caso envolvendo graves denúncias contra a empresa pública EMDUR.
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Não ouço,não vejo e não falo nada
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Mais uma segunda ... e a CPI?

Mais uma segunda chegou.
Mais uma segunda na expectativa de que os vereadores de oposição reapresentem o pedido de instalação da CPI da EMDUR.
O tema hoje foi comentado pelo jornalista Jair Scarpato.(Rádio Integração AM)

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domingo, 12 de junho de 2011

Criança dá trabalho,mas não deve trabalhar

Criança não pode ser explorada
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Domingo, dia 12 junho, enquanto boa parte dos adolescentes brasileiros comemora o Dia dos Namorados, outra parte – não menos importante ou significativa – da população com menos de 17 anos tem outras preocupações. Segundo dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2009, 4,2 milhões de crianças e jovens, entre cinco e 17 anos, trabalham. Delas, mais da metade executa atividades perigosas, insalubres ou ilícitas. Dos jovens de 16 a 17 anos, 90% não têm carteira de trabalho assinada, e 46,6% cumprem jornada de 40 horas semanais ou mais. E mais: segundo o último Censo Demográfico do IBGE, mais de 233 mil famílias no País são chefiadas por crianças e adolescentes.

É com os olhos voltados para esse problema – comum a boa parte do planeta – que o dia 12 de junho foi declarado, em 2002, o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). A questão preocupa a OIT desde 1919, quando a primeira Conferência Internacional do Trabalho adotou a primeira Convenção Internacional contra o trabalho infantil, que tratava da idade mínima para os trabalhadores da indústria.

O ordenamento jurídico brasileiro protege a criança e o adolescente da exploração sob todas as formas. Na legislação trabalhista, a CLT reserva um capitulo inteiro (Capítulo V) à proteção do trabalho do menor, e o artigo 403 proíbe qualquer tipo de trabalho a menores de 16 anos, a não ser como aprendizes a partir dos 14 anos – e, nesse caso, não pode ser realizado “em locais prejudiciais à sua formação, ao seu desenvolvimento físico, psíquico, moral e social e em horários e locais que não permitam a freqüência à escola”.

A proibição é reforçada pela Lei nº 8.069/1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). E a Constituição Federal contempla um sistema especial de proteção dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes que visa garantir, “com absoluta prioridade”, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los “a salvo de toda forma de negligência, discriminação, violência, crueldade e opressão”.

Por que, então, temos hoje mais de 2 milhões deles não apenas trabalhando, mas envolvidos em atividades perigosas, ilícitas ou degradantes? O trabalho de crianças e jovens adolescentes divide opiniões e tem fortes nuances sócio-culturais. “Ainda existe hoje no Brasil, de forma bastante arraigada, a visão de que o trabalho, para a criança pobre, é benemerência”, afirma o ministro Lelio Bentes Corrêa, do Tribunal Superior do Trabalho, que integra a Comissão de Peritos na Aplicação de Convenções e Recomendações da OIT. “Por muitos anos, no Brasil, se pensou que era melhor a criança trabalhar do que estar na rua. Hoje, aos poucos aumenta a percepção de que o trabalho da criança é um caminho para a rua e até para a criminalidade”, observa.

O trabalho infantil no País se concentra, sobretudo, na agricultura familiar e nas atividades informais e domésticas – sem falar na exploração sexual e no tráfico. Estima-se que 9% ocorram nas residências familiares. Para a ministra Kátia Arruda, pesquisadora do trabalho doméstico infantil no Maranhão, “isso não parece assustar ou causar indignação, e o motivo é muito simples: esse tipo de exploração parece estar enraizado na cultura brasileira”.

No artigo “O Trabalho Infantil Doméstico: Rompendo com o Conto da Cinderela”, a ministra observa que a maioria das crianças e adolescentes entra nessa situação com a promessa de estudar e de serem tratados como parte da família. “Mas logo terão de lavar, passar e limpar todos os quartos da casa ou cuidar de outras crianças, sem jornada de trabalho definida e sem remuneração, já que os patrões estão ‘fazendo o favor’ de ajudar as famílias pobres na criação dessas crianças”, afirma. O “conto da Cinderela”, no caso, se confirma por outros caminhos. “Cinderela não executava as atividades domésticas como colaboração normal e saudável entre as pessoas da família”, compara. “Ela era obrigada a trabalhar de forma extenuante, enquanto a madrasta e suas filhas levavam uma vida de ócio e liberdades.”

Fonte: TST
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Você concorda com a cena?

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sábado, 11 de junho de 2011

37 dias de greve chegam ao fim

A paralisação mais longa da história da montadora acabou depois de uma assembleia geral realizada nesta sexta-feira. 
Pelo acordo firmado entre a direção da empresa e o sindicato dos trabalhadores, os funcionários vão receber R$ 21,6 mil nos próximos 12 meses, além de 15% a 20% de aumento salarial. 
O pacote de benefícios inclui a negociação da PLR, Participação nos Lucros e Resultados deste ano e do ano que vem, um dos pontos centrais exigidos pelo movimento grevista.

Fonte: CBN 

A greve dos metalúrgicos da Volkswagen em São José dos Pinhais, no PR, terminou após 37 dias de paralisação. Em assembleia realizada no início da tarde desta sexta-feira (10), os trabalhadores aceitaram o pacote oferecido pela montadora. Além do aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), o acordo também envolveu a data base, abono salarial e plano de cargos e salários.
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (Simec), no período de greve deixaram de ser fabricados 22,9 mil carros e o prejuízo para a empresa chegou a R$ 1 bilhão.

Posição da montadora

No final da tarde desta sexta-feira (10), a montadora enviou nota oficial. O texto traz que "a Volkswagen do Brasil e o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba fecharam hoje um acordo que abrange o pagamento de Participação nos Resultados, como também o entendimento com relação à data-base da categoria e dias adicionais de produção. Os trabalhadores da unidade de São José dos Pinhais voltarão ao trabalho na próxima segunda-feira, dia 13".
A empresa vai pagar R$ 11.500 de PLR. Neste mês (junho), serão R$ 5.200. Em dezembro serão R$ 6.300.

Fonte:  G1

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Implosão da EMDUR (Artigo do presidente)


Venho defendendo a IMPLOSÃO da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo-EMDUR.
A defesa da implosão vem gerando interesse,por isso passo a discorrer sobre o projeto que defendo.
Em que consistiria a implosão defendida?
Primeiramente vamos definir o conceito do termo implosão.
Segundo o dicionário Michaelis o termo "implodir" significa "estourar para dentro."
É justo a minha defesa.
Para que a EMDUR seja uma empresa realmente do povo,ou seja,pública,é necessário que haja um estouro interno...uma explosão interna.
Óbvio que me refiro ao termo em sentido figurado,no sentido administrativo.
Como se daria o processo de IMPLOSÃO da atual estrutura administrativa?
Visualizo três fases importantes:

1ª- AMPLA auditoria interna

Seguindo a linha de "estourar para dentro",defendo a realização de ampla auditoria,onde sejam levantadas as irregularidades administrativas cometidas ao longo de 1/4 de século (25 anos).

2ª- AFASTAMENTO IMEDIATO dos culpados

Após auditoria ocorreria o afastamento imediato dos culpados.
Afastamento preventivo,onde os lobos ficassem quilômetros distante das ovelhas.
As punições devem seguir ritos baseados no princípio da ampla defesa e do contraditório,mas com afastamento imediato dos envolvidos como medida preventiva.

3ª- REESTRUTURAÇÃO ampla

Após auditoria e afastamento dos culpados,seguiria-se novo passo rumo a IMPLOSÃO administrativa.
Ou seja,a fase de reestruturação administrativa.
Na fase 3 ocorreria a reorganização da empresa,onde estatutos seriam reescritos,cargos extintos,democracia seria respeitada,transparência ocorreria...etc
Seria a fase final no processo de IMPLOSÃO da empresa pública municipal.

Recapitulando,são três importantes passos: 
1.Auditoria ampla interna  
2.Afastamento dos culpados 
3.Reestruturação ampla
A estrutura atual é arcaica,superada.
A EMDUR foi criada na metade do anos 80,e desde então nunca passou por uma reorganização estrutural séria,voltada à modernização da empresa pública.
Tenho dito,e escrito,que a empresa hoje é mais um negócio de "compadres" e "comadres" do que uma empresa pública de fato.
O povo não é dono da EMDUR atualmente,pois nunca sabe das decisões administrativas tomadas por "meia-dúzia" de iluminados.
Numa IMPLOSÃO isso tem que mudar,a empresa tem que tornar-se do povo,voltada ao povo.
A implosão da EMDUR será boa para o povo,será boa para a empresa e será melhor ainda para os trabalhadores,pois na fase 3 vem a VALORIZAÇÃO do quadro funcional dentro de um moderno processo de REESTRUTURAÇÃO administrativa.
O funcionário da EMDUR hoje sente-se desmotivado,desvalorizado e sem perspectiva de avançar na carreira.
Na fase 3 entra o PCS (Plano de Cargos e Salários).
Um PCS sério,voltado à valorização funcional,é fundamental dentro de uma empresa moderna.
Enfim,aqui apresentei,em breves linhas um resumo do que seria a IMPLOSÃO que defendo.
O velho precisar ruir,ser implodido,para que o novo surja.
Não é um projeto fechado,está aberto à contribuições.
Quem quiser colaborar: sintraep@hotmail.com¨

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Bravos guerreiros da Volks...35 dias de resistência.


A paralisação dos 3.100 funcionários da Volkswagen, em São José dos Pinhais, já dura 35 dias. Hoje, durante assembleia, eles decidiram manter a greve até que a empresa se disponha a conceder a Participação nos Lucros e Resultados 2011. 
O Sindicato da categoria informou que a empresa pediu um prazo até amanhã para apresentar uma proposta.
Os 35 dias de greve já geraram à montadora um prejuízo de R$ 1 bilhão, pois 21.310 carros dos modelos Fox, Crossfox, Golf e Fox Europa, deixaram de ser produzidos.
O presidente do sindicato, Sérgio Butka, afirmou que durante a reunião, a empresa demonstrou que quer negociar.
“Nestes 35 dias, pela primeira vez sentimos disposição por parte da empresa em discutir uma proposta. Esperamos que até o final de semana seja possível fechar um bom acordo para os trabalhadores”, afirmou.

Fonte:
Apoio do SINTRAEP aos trabalhadores:


Jornalista indignado com demora sobre CPI

Jornalista,apresentador do "Café da Manhã" (Rádio Integração AM),está indignado com a demora na instalação da CPI destinada a promover investigações na EMDUR.
Foi na Rádio Integração que o ex-diretor da empresa fez graves denúncias.
Desde então o assunto tem sido pauta constante de discussões,mas sem que a CPI saia do papel e torne-se real.
Aliás,o sindicato (SINTRAEP) é favorável à instalação da comissão desde que a denúncia veio a público.

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