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"Numa época de dissimulação, falar a verdade é um ato revolucionário." (George Orwell)

segunda-feira, 8 de março de 2010

Sindicância & entrevista

PALAVRAS DO PRESIDENTE SOBRE DOIS TEMAS

Para que fique registrado:
Por volta das 16:12 horas telefonei para o diretor administrativo da EMDUR,Marco Pereira,solicitando dele informações referentes a sindicância nº 01,de 07 de novembro de 2008.
O diretor ficou de repassar as informações amanhã,dia 09/03.
Lembrando que todos os prazos referentes a sindicância foram "estourados",ou seja,ela ainda está aberta,mas de forma ilegal.
O principal interessado JAMAIS foi intimado,NUNCA foi ouvido.
O ofício 01/2010,protocolado no dia 22/02,pede arquivamento da sindicância.
Entretanto,o diretor jurídico insiste em mantê-la aberta,mesmo ciente de todas as irregularidades.

ENTREVISTA dia 11/03

Dia 11,quinta,estarei na Rádio Guaçu,juntamente com o tesoureiro André Renato,para tratarmos de diversos assuntos referentes aos trabalhos sindicais.
Certamente mencionarei a famigerada sindicância 01/2008.
É um ilegalidade,e uma imoralidade,manter uma sindicância aberta por tanto tempo,sem relatório final.
Qualquer medida que não seja o arquivamento gerará uma ilegalidade maior ainda,passível de diversas punições e questionamentos jurídicos.
Por vezes penso que falta inteligência administrativa aos gerenciadores principais da empresa,não seria tão mais simples apenas arquivarem de uma vez?


Luiz Carlos
sintraep@hotmail.com


Ministério Público pode ser o caminho ( II )


No e-mail enviado hoje ao diretor superintendente (cópia acima),o presidente do SINTRAEP reforça seu pedido de que os ofícios protocolados junto ao diretor jurídico tenham suas respostas concedidas.
O prazo estipulado é até sexta-feira,lembrando que os pedidos foram protocolados no dia 22/02,portanto o prazo é mais do que razoável.
Após sexta-feita (dia 12/03) o sindicato procurará o Ministério Público caso as respostas não sejam concedidas.


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Ministério Público pode ser o caminho

 

Denunciar a empresa ao Ministério Público pode ser o caminho para que o sindicato possa ter acesso às informações que protocolou junto ao diretor jurídico no dia 22/02.
No e-mail enviado hoje (cópia acima) ao jurídico da empresa pública,o presidente do SINTRAEP dá prazo de até sexta-feira para que a EMDUR forneça as informações solicitadas.
Devemos sempre lembrar que a empresa é 100% pública,logo as informações sobre ela são de caráter público,ou seja: de livre acesso à qualquer cidadão interessado.



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sábado, 6 de março de 2010

O "rolo" da EMDUR


Por culpa exclusiva da atual diretoria da EMDUR a empresa vem tendo destaque negativo na mídia de Toledo.
As ações recentes da direção vem demonstrando um viés autoritário extremamente condenável.
O corte da insalubridade,por exemplo,foi um tiro no pé sem tamanho.
Em meio a negociações envolvendo acordo coletivo,cortar insalubridade,é pedir para ser fuzilado.
O descontentamento entre os trabalhadores é generalizado.


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Presidente do SINTRAEP envia e-mail para superintendente

 
  

 Apesar do superintendente da EMDUR ter proíbido o sindicato de enviar e-mails ou correspondências sem protocolos,o presidente enviou e-mail destinado ao mesmo.
No e-mail é questionado tal ato,pois além de autoritário é discriminatório.
Sem falar que significa na prática a inviabilização da empresa no caso de ser aplicado à sociedade como um todo.
Em resumo: Trata-se de ação que vai totalmente contra as modernas técnicas administrativas.


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Presidente do SINTRAEP envia e-mail para jurídico


Luiz Carlos,presidente do SINTRAEP,enviou hoje e-mail destinado ao jurídico da EMDUR.
No e-mail o presidente questiona a "falta de memória" do diretor jurídico,já que foi o jurídico quem assinou a entrega dos ofícios do sindicato no dia 22/02.
O sindicato continua no aguardo das informações solicitadas,já que os protocolos foram regularmente realizados.


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sexta-feira, 5 de março de 2010

EMDUR manda protocolar o já protocolado


Em princípio o postado acima pode parecer um despacho jurídico-administrativo corriqueiro,não fosse um detalhe curioso: o diretor jurídico pede para protocolar documentos que já foram protocolados.
Sim,é verdade.
No dia 22/02 o sindicato,através de sua diretoria,protocolou uma série de pedidos de informações junto ao diretor jurídico da empresa.
Na resposta o advogado pede que novamente seja protocolado o que já havia sido protocolado.
É um absurdo ou não?
Para que não pairem dúvidas,recomendamos um clique no link abaixo,quando poderão conferir a assinatura do advogado no recebimento dos documentos.


http://sindicatosintraep.blogspot.com/2010/02/documentos-protocolados-na-emdur_4017.html


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EMDUR diz que não aceita correspondência sem protocolo


O ofício nº 09/2010,datado de 04/03/2010,enviado ao presidente do SINTRAEP,traz nova modalidade administrativa na EMDUR.
Antenado com as novas,e modernas,tendências de comunicação o diretor superintendente da empresa simplesmente diz que "não será aceito correspondência sem protocolo e nem por e-mail".
O ato administrativo significa um retrocesso monstruoso.
A pergunta que fica no ar é: O ANUNCIADO VALE PARA TODOS OU SOMENTE PARA O SINDICATO?
Se valer para todos,a empresa estará inviabilizada.
Já imaginaram toda e qualquer correspondência encaminhada para a empresa ter que burocraticamente ser protocolada para em seguida poder ser lida pelo "imperador"?
Por outro lado,se o anunciado valer somente para o sindicato teremos aí um ato tanto autoritário quanto discriminatório.
E justo em época de negociações do acordo coletivo 2010/2011.
Será que o prefeito Schiavinato está apoiando tal loucura?


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quinta-feira, 4 de março de 2010

Discussão sobre acordo coletivo é questão pública

O presidente do SINTRAEP participou,durante a manhã,via telefone,do Programa "Café da Manhã" (Rádio Integração AM).
O apresentador Jair Scarpato abriu espaço para que a discussão referente ao acordo coletivo 2010/2011 seja pública,já que a empresa é 100% pública.
Assim como ele,diversos meios de comunicação da cidade têm aberto espaço democrático,oque nos deixa muito agradecidos.
Mais uma vez o presidente do sindicato destaca a ausência absoluta de uma assistência à saúde familiar,assim como lamenta o corte no pagamento do adicional de insalubridade aos trabalhadores.

Jornalista fala sobre insalubridade na EMDUR


Batista Franco,jornalista,comentou sobre a insalubridade cortada dos trabalhadores da EMDUR.
Foi durante seu programa,transmitido pela Rádio Guaçu  AM.
Ele também destaca a reunião que o sindicato fará no dia 13/03,reunindo todos os prejudicados pelo corte no adicional de insalubridade.


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quarta-feira, 3 de março de 2010

É moral cortar a insalubridade dos trabalhadores?

 

No vídeo acima os leitores podem conferir as condições plenamente insalubres a que estão submetidos os trabalhadores da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo (EMDUR).
O registro foi feito na manhã do dia 03/03,às 8:30 da manhã, para ser mais exato.
Além do calor ser acima do tolerável,cerca de 200ºC,ainda soma-se a isso o agravante da fumaça ser inalada pelos trabalhadores,fumaça que traz em sua composição sabe-se lá quantos elementos tóxicos.
Apesar da obviedade na necessidade do pagamento de insalubridade,a EMDUR insiste em aceitar laudos apresentados pela empresa encarregada da análise nas condições de trabalho.
Os laudos "dizem" que os trabalhadores,a exemplo dos mostrados no vídeo,não possuem direito ao adicional.

REUNIÃO

O sindicato está convidando os trabalhadores prejudicados com o corte em sua insalubridade para que compareçam à sua sede social,localizada na Rua Júlio Verne nº 42-Jd Porto Alegre,no dia 13/03 às 9 da manhã.
Na ocasião será feito um levantamento de quantos são,por setores,os prejudicados.
O passo seguinte será buscar um profissional da área jurídica,que orientará nas medidas legais a serem adotadas,sendo que uma das possibilidades aventadas é a entrada do sindicato como substituto processual em uma ação coletiva contra e empresa.


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segunda-feira, 1 de março de 2010

Luiz Carlos fala sobre a CAST


Declarações de Luiz Carlos,presidente do SINTRAEP,a respeito da entrada dos trabalhadores da EMDUR como segurados obrigatórios do Plano de Assistência à Saúde administrado pela autarquia conhecida como CAST.
O sindicato entende ser um direito legítimo a entrada dos trabalhadores ao sistema.