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sábado, 19 de dezembro de 2009
É bom reforçar o que defendemos
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Nota sobre 25 anos de EMDUR
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EMDUR
O presidente do Sintraep, Luiz Carlos dos Santos, enviou e-mail elogiando a cerimônia em homenagem aos 25 anos de Emdur e disse esperar que agora não demore para que ocorram as homenagens aos que construíram a Emdur. Segundo ele, por reivindicação do sindicato está incluída no acordo coletivo vigente a criação de uma homenagem aos que completarem 10,15,20,25 e 30 anos de serviços prestados,e ainda homenagem aos que se aposentarem.
(Nota publicada na edição de hoje do JORNAL DO OESTE,pág 02,Coluna)
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Observações nos 25 anos da EMDUR
Está cada vez mais clara a noção de que a EMDUR foi criada para explorar uma mão de obra mais barata e menos burocrática.
Ela se torna mais barata por não ser estatutária,logo não tem um leque de vantagens conferidas aos servidores da administração direta.
Por outro lado se torna menos burocrática por ser regida pela CLT,e por ter sido criada antes da Constituição Federal de 1988,o que lhe permite executar obras para a Prefeitura sem necessidade de concorrência.
Ao longo dos anos o que ocorreu foi que a administração pública municipal passou a contar com serviços baratos prestados pela empresa,a cidade foi embelezada e evoluiu graças à inúmeras obras feitas pelos trabalhadores.
Entretanto,os principais responsáveis pela evolução da cidade (os trabalhadores) não tiveram um retorno a altura de seus esforços.
Pelo contrário: não tem até hoje um Plano de Cargos e Salários,não tem uma política de recomposição do poder de compra dos salários,não tem um plano de saúde que contemple a família...etc.
São 25 anos de EXPLORAÇÃO da força de trabalho do setor operacional ,gerando com isso uma dívida de honra enorme da administração pública.
Coloco o termo administração pública de forma impessoal,não interessando quem está na Prefeitura hoje,a dívida é impessoal.
Portanto,cabe aos administradores (EMDUR e Prefeitura) o pagamento,ainda que gradual, da gigantesca dívida de 25 anos.
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Os homenageados nos 25 anos de EMDUR
Durante a cerimônia em comemoração de 25 anos de fundação da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo (EMDUR) ocorreram homenagens,tanto à ex-diretores da empresa quanto aos trabalhadores mais antigos.
Os trabalhadores homenageados foram:
1.José Carlos Piguli
2.Alberto Nunes de Araújo
3.Célio Pereira Ribeiro
4.José Felismino Dosidério
5.Maurício Araújo de Moura
6.Osvaldo Rodrigues de Almeida
7.Antonio Cardoso Pinto
8.Olmeri Queiroz de Oliveira (aposentado)
9.Antonio Santana (aposentado)
Os ex-diretores homenageados foram:
1.Ivo Roque Pedrini
2.João Leonardi
3.Jadir Donin
4.Ascânio José Butzke
5.José Aírton Cella
6.Raúl Gomes Baltazar
7.Odair Carlos do Nascimento
8.Leo Inácio Anschau
9.Winfried Mossinger
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009
25 anos de EMDUR,registros da cerimônia
Às oito da noite (20:00 hrs) ocorreu no auditório da Prefeitura uma cerimônia em homenagem aos 25 anos de existência da EMDUR (Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo).
Apesar do "esquecimento" dos organizadores do evento em comunicar oficialmente a direção do sindicato,estivemos presentes e fizemos alguns registros.
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Diretores do sindicato em visita à Câmara
O presidente (Luiz Carlos) e o tesoureiro (André Renato),estiveram hoje na Câmara Municipal tratando de interesses dos trabalhadores da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo (EMDUR).
Na sequência acompanharam uma sessão da CPI que investiga violação no e-mail do vereador Paulinho da Saúde.
O depoente do dia foi o ex-assessor de Paulinho,Elcir Guimarães Zen (James).
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Faleceu o pai da Normas Regulamentadoras
| Seu nome: | |||
| Seu e-mail: | |||
| Nome do amigo: | |||
| E-mail do amigo: | |||
| Mensagem: | |||
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Fonte: Redação Revista Proteção - 11/12/2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
Valorizar quem estuda é preciso
Voltando ao parecer da postagem do dia 11,infelizmente ele (o parecer exposto acima) mostra tendência de uma parte da diretoria da EMDUR para o atraso administrativo.
O documento mostra claramente a indisposição de seu autor em conceder um benefício que pode ajudar na evolução pessoal do trabalhador,fato inadmissível diante das modernas técnicas administrativas.
Percebe-se agora a razão de tanto atraso na empresa em seus 25 anos,certamente passaram por ela muitos e muitos "administradores" com visão bitolada e sem compromisso com a evolução de seu quadro efetivo.
Se tudo na empresa for passar pelo crivo do atual Diretor Jurídico estamos condenados a estagnação na evolução coletiva dos trabalhadores.
Ainda bem que o poder judiciário não é constituído por cabeças assim,sempre poderemos derrubar absurdos como esse numa instância superior.
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sábado, 12 de dezembro de 2009
Resultados da enquete do blog
Uma empresa com 24 anos de existência deveria oferecer um Plano de Saúde aos trabalhadores?
Encerrou-se o período para votação na enquete feita pelo blog. Resultado final: Sim: 95% Não: 5% .sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Desmontando um parecer arcaico
(Quem tiver paciência pode clicar sobre a imagem acima e ler o parecer na íntegra)
DESMONTANDO UM PARECER ARCAICO
Começo o presente artigo repudiando veementemente o parecer do Diretor Jurídico da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo (EMDUR),relacionado ao pedido de um trabalhador com 11 anos de serviços prestados,se trata de um parecer arcaico,longe das modernas técnicas administrativas que primam pela qualificação pessoal e profissional.
Nunca é demais lembrar que TODA a direção da empresa é transitória,ou seja: vem e vão.
Já nós,quadro efetivo,ficamos.Somos concursados,logo não estamos de passagem.
Vamos analisar o parecer do advogado:
1º- Ele inicia escrevendo que o pedido não tem guarida no direito.
Eu poderia achar tal afirmação cômica,se não fosse trágica.
O Diretor Jurídico parece esquecer que nem tudo na vida tem guarida no direito,e nem por isso deixa de ser justo.
Além do mais,quantas e quantas coisas na EMDUR não tem guarida no direito,mas estão aí pra quem quiser ver...preciso citar o que são?
2º- Depois segue o mesmo afirmando que o trabalhador quer estabelecer horário de trabalho.
Creio que o Diretor citado deve ter veia cômica.
Em momento algum o pedido foi intransigente sobre isso,apenas sugere o horário das 7 da manhã às 6 da tarde por uma questão de praticidade relacionada aos horários dos cursos noturnos,tanto em universidades quanto em cursos profissionalizantes.
3º- O citado escreve “Nada impede que o empregador atenda ao pedido”,ou seja: legalmente é possível,mas ele arcaicamente é contra,pois em sua opinião quem entra como vigia tem que permanecer vigia até aposentar. (Isso se lê claramente nas entrelinhas,não precisa ter PHD pra entender)
4º- Ele menciona que a empresa não é obrigada por força de lei a atender o pedido.
Isso é óbvio a qualquer leigo.
Quem mencionou em alguma linha que era obrigado?
A apelação apenas foi ao bom senso da empresa,se é que ela o tem.
Sendo uma empresa pública entendi,e entendo, que ela tem por obrigação facilitar a evolução pessoal do trabalhador,não querendo que ele permaneça a vida inteira na obscuridade.
Mas,depois de ler o citado parecer fiquei com sinceras dúvidas se a EMDUR tem tal compromisso.
5º- Outro trecho irônico do parecer: “É desejo da Diretoria da EMDUR que seus funcionários se tornem pessoas mais preparadas e que busquem sucesso e brilhantismo profissional.”
Quando li isso,não acreditei.
Contradição geral.
Como o trabalhador irá evoluir se a empresa não colaborar?
Aconselho a direção a não insultar a inteligência dos trabalhadores da empresa.
6º- Analisemos outra pérola do parecer.
Em determinado trecho ele cita que “...o funcionário que passou em concurso deve cumprir um ofício que é,em muitos aspectos,um ônus perante a sociedade...”
Equivocado o citado em 100%,não seriam os altos cargos comissionados o verdadeiro ônus da sociedade?Não vou generalizar,mas com certeza a maioria dos comissionados se tornam um pesado fardo à sociedade,já que nem sempre seus altos salários se refletem em um serviço prestado à altura.
7º- Também é citado que “...o funcionário deve atingir metas exigidas pelos que pagam impostos como finalidade primeira.”
Voltamos novamente ao que citei,os altos cargos comissionados em sua maioria não atingem nem 30% das metas exigidas pelos contribuintes.
8º-Finalmente chegamos ao ponto mais equivocado do parecer emitido,lá pelo final do documento o Diretor Jurídico escreve que “Cursos de especialização profissional na área de atuação do requerente são realizados periodicamente.Mesmo cursos sem patrocínio da EMDUR podem ser cursados pelo requerente.”
Pergunto: Onde o Diretor Jurídico mora? Em Cascavel,Curitiba...etc?
Desafio ele a me apontar UM único curso de especialização profissional na área de vigia existente em Toledo...aponte-me UM só.
E mais: desde quando a empresa patrocinou algum curso em 25 anos?
E desde quando foi pedido algum patrocínio?
Portanto,desmonto aqui ponto a ponto o parcial parecer jurídico que me chegou em mãos.
E acrescento que se a EMDUR se deixar guiar por tão arcaica linha teremos sérios problemas.
Os argumentos usados pelo Diretor Jurídico são totalmente ultrapassados.
Tempos modernos pedem soluções modernas,não há espaço para regressões.
Não estamos mais na pré-história da administração pública,quando "patrão" falava e "empregado" abaixava a cabeça,nos novos tempos se o administrador público mostra comportamento ditatorial ou arcaico,recebe as críticas que merece.
Não existem mais sistemas de castas,hoje um trabalhador tem todo direito de evoluir,independente de ser isso do interesse da empresa ou não.
A EMDUR deveria dar sim o exemplo,mostrando que está sintonizada com os novos tempos.
Ou seja: tal parecer nem deveria ter sido levado em consideração pelos demais diretores.
Seu lugar deveria ser o esquecimento.
Por fim,friso que foi-se o tempo em que o quadro efetivo da EMDUR não tinha cabeças pensantes,os tempos são outros...informem isso ao Diretor Jurídico.
Autor: Luiz Carlos dos Santos
E-mail: luizcarlos.2008@hotmail.com
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Curso superior na EMDUR
O adicional por conclusão de curso superior na EMDUR precisa ser abrangente,beneficiando tanto o setor administrativo quanto o operacional.
Da forma como hoje ele é concedido beneficia tão somente o administrativo,em detrimento do operacional,que assim fica sem a possibilidade de conseguir mais esse avanço salarial.
Se trata de uma covardia com o setor,que é o verdadeiro responsável pelo progresso da empresa.
Afinal,quem executa as obras da empresa?
O operacional,lógico.
A obrigatoriedade de o curso superior ser na área de atuação na empresa beneficia somente o administrativo,e isso é inadmissível.
Certamente no acordo 2010/2011 deveremos mudar essa cláusula antiquada.
Em caso contrário sempre nos restará a via judicial.
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Passos a serem seguidos nas negociações
1º- Reuniões da Comissão para formatação do documento reivindicatório;
2º- Reunião com direção da EMDUR para entrega do documento;
3º- Reuniões entre Comissão de Negociação e direção da EMDUR para negociações;
4º- Assembleia Geral para votação do que foi acertado.
Observações sobre o passo a passo: O acima serve como um roteiro,rascunho,do que pode ser feito.
A previsão do sindicato é de que os membros da Comissão já tenham o documento pronto em meados de janeiro,lá pela 1ª quinzena.
A entrega deve ser feita na sequência,dando tempo hábil para que as negociações fluam tranquilamente até final de fevereiro.
Lá pelo início de março a Comissão encerra sua parte,em tese,e entrega relatório aos trabalhadores presentes numa Assembleia Geral a ser convocada.
A Assembleia tem poderes totais e absolutos para aprovação ou rejeição do que ficou acordado entre Comissão de Negociação Sindical e EMDUR,sendo que em caso de objeção existem dois caminhos básicos a serem seguidos:
1º- Autorização para proceguimento nas negociações;
2º- Autorização para instauração,via justiça do trabalho,de processo de dissídio coletivo.
Obviamente que o caminho natural é o da negociação e do concenso,mas em caso contrário não há nenhum impedimento e nem constrangimento em o sindicato lutar via justiça do trabalho pelos direitos coletivos dos trabalhadores da EMPRESA DE DESENVOLVIMENTO URBANO E RURAL DE TOLEDO (EMDUR).
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