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"Numa época de dissimulação, falar a verdade é um ato revolucionário." (George Orwell)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Mais assessores na Câmara Municipal ... será?

Ao invés de fiscalizar e legislar,funções básicas,os vereadores de Toledo concentram suas energias em outras ações.
Conversas de bastidores dão conta de que os edis planejam aumentar consideravelmente o número de assessores.
Atualmente cada gabinete conta com dois assessores a disposição.
 A intenção seria aumentar para três por gabinete.
Será?
Confira a matéria:
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Discutem aumento de assessores,mas fazem de conta que na EMDUR tudo anda 100% bem.
Sorte nossa (moradores de Toledo/Paraná) que 2012 está chegando.
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Não ouço,não vejo e não falo nada ... por onde andas CPI?

Por vezes a classe política comporta-se como os três macaquinhos (na ilustração abaixo),aqueles que não ouvem,não enxergam e não falam.
Está sendo assim com o caso envolvendo graves denúncias contra a empresa pública EMDUR.
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Não ouço,não vejo e não falo nada
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Mais uma segunda ... e a CPI?

Mais uma segunda chegou.
Mais uma segunda na expectativa de que os vereadores de oposição reapresentem o pedido de instalação da CPI da EMDUR.
O tema hoje foi comentado pelo jornalista Jair Scarpato.(Rádio Integração AM)

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domingo, 12 de junho de 2011

Criança dá trabalho,mas não deve trabalhar

Criança não pode ser explorada
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Domingo, dia 12 junho, enquanto boa parte dos adolescentes brasileiros comemora o Dia dos Namorados, outra parte – não menos importante ou significativa – da população com menos de 17 anos tem outras preocupações. Segundo dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2009, 4,2 milhões de crianças e jovens, entre cinco e 17 anos, trabalham. Delas, mais da metade executa atividades perigosas, insalubres ou ilícitas. Dos jovens de 16 a 17 anos, 90% não têm carteira de trabalho assinada, e 46,6% cumprem jornada de 40 horas semanais ou mais. E mais: segundo o último Censo Demográfico do IBGE, mais de 233 mil famílias no País são chefiadas por crianças e adolescentes.

É com os olhos voltados para esse problema – comum a boa parte do planeta – que o dia 12 de junho foi declarado, em 2002, o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). A questão preocupa a OIT desde 1919, quando a primeira Conferência Internacional do Trabalho adotou a primeira Convenção Internacional contra o trabalho infantil, que tratava da idade mínima para os trabalhadores da indústria.

O ordenamento jurídico brasileiro protege a criança e o adolescente da exploração sob todas as formas. Na legislação trabalhista, a CLT reserva um capitulo inteiro (Capítulo V) à proteção do trabalho do menor, e o artigo 403 proíbe qualquer tipo de trabalho a menores de 16 anos, a não ser como aprendizes a partir dos 14 anos – e, nesse caso, não pode ser realizado “em locais prejudiciais à sua formação, ao seu desenvolvimento físico, psíquico, moral e social e em horários e locais que não permitam a freqüência à escola”.

A proibição é reforçada pela Lei nº 8.069/1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). E a Constituição Federal contempla um sistema especial de proteção dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes que visa garantir, “com absoluta prioridade”, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los “a salvo de toda forma de negligência, discriminação, violência, crueldade e opressão”.

Por que, então, temos hoje mais de 2 milhões deles não apenas trabalhando, mas envolvidos em atividades perigosas, ilícitas ou degradantes? O trabalho de crianças e jovens adolescentes divide opiniões e tem fortes nuances sócio-culturais. “Ainda existe hoje no Brasil, de forma bastante arraigada, a visão de que o trabalho, para a criança pobre, é benemerência”, afirma o ministro Lelio Bentes Corrêa, do Tribunal Superior do Trabalho, que integra a Comissão de Peritos na Aplicação de Convenções e Recomendações da OIT. “Por muitos anos, no Brasil, se pensou que era melhor a criança trabalhar do que estar na rua. Hoje, aos poucos aumenta a percepção de que o trabalho da criança é um caminho para a rua e até para a criminalidade”, observa.

O trabalho infantil no País se concentra, sobretudo, na agricultura familiar e nas atividades informais e domésticas – sem falar na exploração sexual e no tráfico. Estima-se que 9% ocorram nas residências familiares. Para a ministra Kátia Arruda, pesquisadora do trabalho doméstico infantil no Maranhão, “isso não parece assustar ou causar indignação, e o motivo é muito simples: esse tipo de exploração parece estar enraizado na cultura brasileira”.

No artigo “O Trabalho Infantil Doméstico: Rompendo com o Conto da Cinderela”, a ministra observa que a maioria das crianças e adolescentes entra nessa situação com a promessa de estudar e de serem tratados como parte da família. “Mas logo terão de lavar, passar e limpar todos os quartos da casa ou cuidar de outras crianças, sem jornada de trabalho definida e sem remuneração, já que os patrões estão ‘fazendo o favor’ de ajudar as famílias pobres na criação dessas crianças”, afirma. O “conto da Cinderela”, no caso, se confirma por outros caminhos. “Cinderela não executava as atividades domésticas como colaboração normal e saudável entre as pessoas da família”, compara. “Ela era obrigada a trabalhar de forma extenuante, enquanto a madrasta e suas filhas levavam uma vida de ócio e liberdades.”

Fonte: TST
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Você concorda com a cena?

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sábado, 11 de junho de 2011

37 dias de greve chegam ao fim

A paralisação mais longa da história da montadora acabou depois de uma assembleia geral realizada nesta sexta-feira. 
Pelo acordo firmado entre a direção da empresa e o sindicato dos trabalhadores, os funcionários vão receber R$ 21,6 mil nos próximos 12 meses, além de 15% a 20% de aumento salarial. 
O pacote de benefícios inclui a negociação da PLR, Participação nos Lucros e Resultados deste ano e do ano que vem, um dos pontos centrais exigidos pelo movimento grevista.

Fonte: CBN 

A greve dos metalúrgicos da Volkswagen em São José dos Pinhais, no PR, terminou após 37 dias de paralisação. Em assembleia realizada no início da tarde desta sexta-feira (10), os trabalhadores aceitaram o pacote oferecido pela montadora. Além do aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), o acordo também envolveu a data base, abono salarial e plano de cargos e salários.
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (Simec), no período de greve deixaram de ser fabricados 22,9 mil carros e o prejuízo para a empresa chegou a R$ 1 bilhão.

Posição da montadora

No final da tarde desta sexta-feira (10), a montadora enviou nota oficial. O texto traz que "a Volkswagen do Brasil e o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba fecharam hoje um acordo que abrange o pagamento de Participação nos Resultados, como também o entendimento com relação à data-base da categoria e dias adicionais de produção. Os trabalhadores da unidade de São José dos Pinhais voltarão ao trabalho na próxima segunda-feira, dia 13".
A empresa vai pagar R$ 11.500 de PLR. Neste mês (junho), serão R$ 5.200. Em dezembro serão R$ 6.300.

Fonte:  G1

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Implosão da EMDUR (Artigo do presidente)


Venho defendendo a IMPLOSÃO da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo-EMDUR.
A defesa da implosão vem gerando interesse,por isso passo a discorrer sobre o projeto que defendo.
Em que consistiria a implosão defendida?
Primeiramente vamos definir o conceito do termo implosão.
Segundo o dicionário Michaelis o termo "implodir" significa "estourar para dentro."
É justo a minha defesa.
Para que a EMDUR seja uma empresa realmente do povo,ou seja,pública,é necessário que haja um estouro interno...uma explosão interna.
Óbvio que me refiro ao termo em sentido figurado,no sentido administrativo.
Como se daria o processo de IMPLOSÃO da atual estrutura administrativa?
Visualizo três fases importantes:

1ª- AMPLA auditoria interna

Seguindo a linha de "estourar para dentro",defendo a realização de ampla auditoria,onde sejam levantadas as irregularidades administrativas cometidas ao longo de 1/4 de século (25 anos).

2ª- AFASTAMENTO IMEDIATO dos culpados

Após auditoria ocorreria o afastamento imediato dos culpados.
Afastamento preventivo,onde os lobos ficassem quilômetros distante das ovelhas.
As punições devem seguir ritos baseados no princípio da ampla defesa e do contraditório,mas com afastamento imediato dos envolvidos como medida preventiva.

3ª- REESTRUTURAÇÃO ampla

Após auditoria e afastamento dos culpados,seguiria-se novo passo rumo a IMPLOSÃO administrativa.
Ou seja,a fase de reestruturação administrativa.
Na fase 3 ocorreria a reorganização da empresa,onde estatutos seriam reescritos,cargos extintos,democracia seria respeitada,transparência ocorreria...etc
Seria a fase final no processo de IMPLOSÃO da empresa pública municipal.

Recapitulando,são três importantes passos: 
1.Auditoria ampla interna  
2.Afastamento dos culpados 
3.Reestruturação ampla
A estrutura atual é arcaica,superada.
A EMDUR foi criada na metade do anos 80,e desde então nunca passou por uma reorganização estrutural séria,voltada à modernização da empresa pública.
Tenho dito,e escrito,que a empresa hoje é mais um negócio de "compadres" e "comadres" do que uma empresa pública de fato.
O povo não é dono da EMDUR atualmente,pois nunca sabe das decisões administrativas tomadas por "meia-dúzia" de iluminados.
Numa IMPLOSÃO isso tem que mudar,a empresa tem que tornar-se do povo,voltada ao povo.
A implosão da EMDUR será boa para o povo,será boa para a empresa e será melhor ainda para os trabalhadores,pois na fase 3 vem a VALORIZAÇÃO do quadro funcional dentro de um moderno processo de REESTRUTURAÇÃO administrativa.
O funcionário da EMDUR hoje sente-se desmotivado,desvalorizado e sem perspectiva de avançar na carreira.
Na fase 3 entra o PCS (Plano de Cargos e Salários).
Um PCS sério,voltado à valorização funcional,é fundamental dentro de uma empresa moderna.
Enfim,aqui apresentei,em breves linhas um resumo do que seria a IMPLOSÃO que defendo.
O velho precisar ruir,ser implodido,para que o novo surja.
Não é um projeto fechado,está aberto à contribuições.
Quem quiser colaborar: sintraep@hotmail.com¨

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Bravos guerreiros da Volks...35 dias de resistência.


A paralisação dos 3.100 funcionários da Volkswagen, em São José dos Pinhais, já dura 35 dias. Hoje, durante assembleia, eles decidiram manter a greve até que a empresa se disponha a conceder a Participação nos Lucros e Resultados 2011. 
O Sindicato da categoria informou que a empresa pediu um prazo até amanhã para apresentar uma proposta.
Os 35 dias de greve já geraram à montadora um prejuízo de R$ 1 bilhão, pois 21.310 carros dos modelos Fox, Crossfox, Golf e Fox Europa, deixaram de ser produzidos.
O presidente do sindicato, Sérgio Butka, afirmou que durante a reunião, a empresa demonstrou que quer negociar.
“Nestes 35 dias, pela primeira vez sentimos disposição por parte da empresa em discutir uma proposta. Esperamos que até o final de semana seja possível fechar um bom acordo para os trabalhadores”, afirmou.

Fonte:
Apoio do SINTRAEP aos trabalhadores:


Jornalista indignado com demora sobre CPI

Jornalista,apresentador do "Café da Manhã" (Rádio Integração AM),está indignado com a demora na instalação da CPI destinada a promover investigações na EMDUR.
Foi na Rádio Integração que o ex-diretor da empresa fez graves denúncias.
Desde então o assunto tem sido pauta constante de discussões,mas sem que a CPI saia do papel e torne-se real.
Aliás,o sindicato (SINTRAEP) é favorável à instalação da comissão desde que a denúncia veio a público.

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Cidadão de 75 anos quer investigações


Cidadão de Toledo,de 75 anos,confia na denúncia de Marco Pereira (ex-diretor administrativo da EMDUR) e pede por investigações.
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Questionamentos gerais sobre a CPI DA EMDUR

Os dias passam,as semanas passam,os meses passam,e até agora não foi criada (instalada) a CPI que deverá investigar a Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo-EMDUR.
A demora gera vários boatos e desconfianças.
Parte das desconfianças foram tratadas no "Café da Manhã",programa levado ao ar diariamente através da Rádio Integração AM.

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Forças ocultas atuam para evitar CPI

A coisa anda tão feia que já estamos falando em "forças ocultas" no caso envolvendo a instalação da CPI DA EMDUR.
O ex-presidente Jânio Quadros já falava em forças ocultas quando justificou,em documento,sua renúncia.
No caso da EMDUR,as forças ocultas querem sepultar a CPI antes mesmo dela iniciar-se.
Ontem,em seu programa matinal,o jornalista Jair Scarpato leu a opinião do sindicato sobre o tema.

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terça-feira, 7 de junho de 2011

Queimadores no aterro sanitário? E quanto ao funcionário da EMDUR?

Primeiro a publicação,na íntegra,de postagem do Blog do jornalista Paulo Weber Junior:

Está sendo concluída nesta semana a instalação dos queimadores no aterro sanitário de Toledo. 
Os equipamentos visam transformar o gás metano, gerado pela decomposição dos resíduos no ambiente, em gás carbônico que é de menor impacto na camada de ozônio. 
O município não quer nem de perto uma situação semelhante aquela verificada no final de maio em Assis Chateubriand, quando o lixão do município incendiou a partir de restos industriais e de oficina de caldeiras. 
Na vizinha cidade o prejuízo anunciado foi superior a R$ 5 mil para conter as chamas e extirpar novas possibilidades num futuro próximo. 
Porém, uma ocorrência como essa em Toledo poderia causar prejuízos ainda maiores, uma vez que o lixo produzido em Assis é resultado do consumo de pouco mais de 33 mil pessoas, enquanto que em Toledo o volume de resíduos provém das residências de 120 mil habitantes. 

Confira o original: http://bit.ly/kdKwsj

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Diante da notícia,o presidente do sindicato deu sua opinião (no blog do jornalista):


Entrada do aterro sanitário de Toledo
Trabalhador do aterro necessita de atenção

Nota do sindicato: A atitude é louvável,irá poluir menos e evitar acidentes com graves proporções e prejuízos.
Entretanto,mais um vez investem em máquinas,no caso os queimadores,e esquecem do ser humano.
O sindicato tem alertado a EMDUR sobre as péssimas condições de trabalho oferecidas ao trabalhador da empresa que por lá atua...mas,sem que a empresa tenha se sensibilizado até aqui.
Exemplo: o funcionário atua em máquina que amanhece coberta de urina e fezes de ratos (por falta de a máquina ter a devida cobertura),já foi feito o alerta mais de uma ocasião,sendo que uma vez o alerta foi feito ao vivo no "Café da Manhã". (Rádio Integração AM,programa apresentado pelo jornalista Jair Scarpato)
É desumano também que o funcionário tenha que registrar seu ponto na Pedreira Municipal,sendo que seu local de trabalho é no Aterro Sanitário.Nos finais de semana e feriados ele acaba gastando combustível do próprio bolso para deslocar-se da pedreira ao aterro e vice-versa.
A EMDUR precisa voltar seus olhos ao ser humano,ao trabalhador,e procurar oferecer melhores condições de serviço.
Não somente no aterro,mas em todos os setores onde a empresa pública atua.
Perguntamos: sem o ser humano quem operaria as máquinas?