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"Numa época de dissimulação, falar a verdade é um ato revolucionário." (George Orwell)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Seminário sobre assédio moral


No dia 27 irá ocorrer seminário com o tema "Atentado contra a dignidade humana",no auditório do sindicato dos servidores.
É importante que todo trabalhador (a) participe,seja servidor público ou não.
A prática do assédio moral é covarde e precisa ser denunciada sempre.
Maiores informações: (45) 3055-4343
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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Modelo atual da EMDUR é obsoleto

Trabalhadores aguardam o Plano de Cargos e Salários

O atual modelo administrativo da empresa pública EMDUR é superado,obsoleto segundo as modernas técnicas nos mostram.
Um novo modelo necessita surgir.
Venho defendendo através da mídia,em especial através do meu twitter @luizcarlos2012,que a empresa precisa evoluir administrativamente.
A começar por uma prática transparente à sociedade,através de um site moderno,com informações amplas das ações executadas.
Os vícios de 1/4 de século precisam sumir,dar lugar ao novo.
Em outras palavras:precisamos IMPLODIR o atual sistema.
Dos escombros construiremos algo novo.
Não concordo,jamais concordarei,com o sistema atual existente na EMDUR.
Os motivos são vários,destaco alguns:

- Falta transparência.
- Há espaço para perseguições através de falsos processos.
- Há concentração de poder num núcleo fechado.
- Há isolamento dos funcionários,que não são chamados a opinar.
- Falta diálogo real com o sindicato. (uma imbecilidade,já que não mordemos ninguém)

Poderia destacar muitos outros motivos,fico nos citados por uma questão de espaço.
A empresa,criada em 1985,NUNCA passou por reciclagem,por uma ampla reforma.
É chegada a hora.
O primeiro passo seria um diagnóstico amplo feito através de auditoria independente.
Após o diagnóstico viria a aplicação do tratamento adequado.
O prefeito Schiavinato deveria atentar para o lamentável fato de que o modelo atual implantado na empresa pública é jurássico.
Dou exemplo:toda empresa que se preze necessita contar com o apoio de seu quadro de funcionários para evoluir.
Na EMDUR você conta nos dedos quantos apóiam a atual diretoria da empresa,e os que apóiam nem se deve contar,já que em geral são beneficiados com algum FG (Função Gratificada).
O povão,o quadro operacional,não confia na direção da EMDUR.
É óbvio.
Empresa sem apoio dos funcionários é empresa sem prestígio,sem nome.
Atento ao fato,escrevo o presente artigo como um alerta.
Se irão aproveitar,aprender algo,não sei,mas minha parte está sendo feita.

Luiz Carlos dos Santos,presidente do SINTRAEP
























terça-feira, 17 de maio de 2011

SINTRAEP reune-se para debater PLANO DE CARGOS

Três dos cinco membros da Comissão de Negociação

 REUNIÃO SOBRE PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS

Na noite do dia 20,a partir das 19 horas,a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Públicas Municipais de Toledo (SINTRAEP) realizará reunião para debater a implantação do Plano de Cargos e Salários (PCS) na EMDUR.
A intenção da diretoria é produzir documento que trate sobre o tema,levando-se em consideração que a EMDUR está desde dezembro de 2010 trabalhando com empresa externa na formatação do PCS.
O sindicato em nenhum momento foi convidado a debater,mesmo sendo o autor da reivindicação da implantação de um Plano de Cargos que beneficie o coletivo.
O acordo coletivo da categoria foi prorrogado a pedido do sindicato justamente para dar o tempo solicitado pela direção da EMDUR,entretanto o tempo está correndo e até o momento nenhum sinal foi dado pela empresa pública.
“Continuamos mantendo a posição inicial,ou seja:nenhum acordo coletivo sem regras a respeito do PCS será assinado. Queremos sempre ter a possibilidade de ter o sindicato atuando como parte ativa no processo. Afinal de contas,o pleito do Plano é de autoria nossa,logo nada mais justo do que estarmos inseridos no processo.” - Enfatiza Luiz Carlos,presidente do SINTRAEP e membro da Comissão de Negociação Sindical.

Anti-sindicalismo na EMDUR prejudica a classe

Agradecemos o convite recebido da administração municipal de Toledo para participação de evento que fará a apresentação e discussão de propostas para a Lei de Diretrizes Orçamentárias 2012 (LDO).
A audiência pública acontecerá no dia 23 de maio,às 19:00 horas,no auditório da Prefeitura Municipal.
Entretanto,não há certeza se algum membro do sindicato poderá participar.
Infelizmente a empresa pública EMDUR,com sua prática anti-sindical,limita muito nossa mobilidade.
A diretoria do SINTRAEP precisa cumprir extensa jornada diária de trabalho,não há UM único servidor liberado para atuação nas atividades sindicais.
Fica evidente a intenção da empresa em minar a representatividade do sindicato.
Ou seja,exerce na prática a covarde ação anti-sindical.
É preciso denunciar publicamente a bárbarie,que ocorre justamente numa empresa 100% pública.
A EMDUR (Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo),através de sua diretoria,dá péssimo exemplo ao perseguir nitidamente as lideranças sindicais. DENUNCIEMOS.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Todos contra o anti-sindicalismo na EMDUR

Após percebermos que a empresa pública EMDUR pretende manter a conservadora posição de não liberar um trabalhador para dedicação exclusiva ao sindicato,entendemos que a denúncia da prática deve ser feita de forma pública.
A maneira negociada já foi tentada,sem avanços.
O povo merece saber que uma empresa de capital 100% público exerce a condenável pratica anti-sindical.
Como base de comparação apontamos o sindicato dos servidores municipais estatutários,a prefeitura libera TRÊS servidores para o sindicato.
Na EMDUR a diretoria recusa-se a liberar UM.
No Twitter o presidente do SINTRAEP (Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Públicas Municipais de Toledo) tem,insistentemente,denunciado a covardia e solicitado que os demais sindicatos,associações,políticos e cidadãos estejam juntos na luta contra a prática que pretende eliminar a representatividade dos trabalhadores da empresa pública.

Twittagens do presidente:


domingo, 15 de maio de 2011

Qual a posição do Conselho de Administração da EMDUR ?

No início da crise envolvendo a empresa pública EMDUR o sindicato,através de seu presidente,cobrava um posicionamento oficial do Conselho de Administração.
A empresa é administrada por uma diretoria executiva e por um Conselho,que não se posicionou oficialmente sobre o assunto.
A EMDUR tem negado ao sindicato o acesso às cópias de atas das reuniões do Conselho,sinal de que algo errado deve constar no documento.
As atas são das reuniões de um Conselho de empresa pública,ou seja,pertencente ao povo de Toledo.
Deveria ser público,de livre acesso à qualquer cidadão.
No vídeo abaixo,cobrança pública do presidente do SINTRAEP sobre o Conselho de Administração da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo (EMDUR).

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sábado, 14 de maio de 2011

Registros do dia 07 (Confraternização)

Atendendo a pedidos,publicamos mais registros do evento promovido em homenagem ao dia dos trabalhadores.
Organizado pelo SINTRAEP,a confraternização teve grande presença e serviu para aproximar os sindicalizados de sua entidade sindical.

É preciso focar no trabalhador

A EMDUR é importante para o desenvolvimento do município,sem dúvida.
Prestou,presta e prestará relevantes serviços em favor do povo.
Mas,internamente a coisa anda capegando.
Não há foco no trabalhador.
É grave que o trabalhador da empresa não seja tratado como prioridade.
Não é de hoje que o sindicato tem apontado a necessidade de mudança de foco,a empresa precisa parar de priorizar o cimento e voltar seus olhos para práticas sociais voltadas à melhoria da qualidade de vida de seu quadro funcional.
Sem correr risco de exagerar,não chega a 10% o número de funcionários que confiam na direção da empresa pública hoje.
É grave.
Se a diretoria da empresa não conta com o apoio dos funcionários é porque algo muito errado está acontecendo.
É preciso corrigir as falhas,priorizando o capital maior da empresa pública,ou seja,investir nos avanços desejados há 1/4 de século pela classe trabalhadora.
Os caminhos são constantemente apontados pelo SINTRAEP,é só usar de humildade e seguir.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Twitter sindical

Twitter em defesa dos trabalhadores

O SINTRAEP entende ser o Twitter um precioso instrumento na luta por avanços nas relações sindicato/empresa.
Temos utilizado a ferramenta para expor diversas situações,denunciar desmandos e oferecer soluções.
Abaixo publicamos algumas das postagens do presidente da entidade sindical no twitter.
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quinta-feira, 12 de maio de 2011

Recordar para JAMAIS esquecer : O caso do SURRUPIAMENTO

Na sessão legislativa do dia 10 de maio de 2010,o vereador Paulinho da Saúde (PT) repercutia a barbaridade cometida contra o presidente da entidade sindical.
Após longo período de uma farsa osquestrada por diretores da EMDUR,o líder sindical teve 70% de seu salário SURRUPIADO no dia 06 de maio de 2010.
O blog constantemente relembrará a arbitrariedade como uma forma de impedir que novos abusos ocorram.

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

190 URGENTE repercute CPI DA EMDUR

"Numa época de dissimulação, falar a verdade é um ato revolucionário." (George Orwell)

O apresentador do programa 190 URGENTE (Rádio Integração),Paulino Silva,está indignado com a pizza que pretendem servir à população de Toledo no caso envolvendo a CPI DA EMDUR.



Precisamos pensar na PLR da EMDUR

 
 O Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Públicas Municipais de Toledo (SINTRAEP) entende que a implantação da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) é viável.
 Afinal,a empresa pública vem explorando a mão de obra da classe trabalhadora por 26 anos sem oferecer aos mesmos as vantagens que lhes são merecidas.
 Por que não começar a valorizar a classe?
 A PLR é vista pelo sindicato como um importante avanço.
 
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PARTICIPAÇÃO NOS RESULTADOS

Em qualquer empresa moderna, os trabalhadores precisam ter a responsabilidade e o direito de participar dos resultados.

Participação nos resultados corresponde a uma técnica de remuneração variável, que compromete o trabalhador com metas e objetivos da organização.
Legalmente, no Brasil, a participação é regulada pela Lei 10.101/2000.
OBJETIVOS

Podermos citar alguns objetivos de um programa de participação nos resultados:


1) Melhorar a motivação do quadro funcional;

2) Propiciar melhoria da renda dos trabalhadores, sem encargos sociais ou trabalhistas;

3) Facilitar o comprometimento dos trabalhadores com metas e resultados da empresa.

4) Envolver pessoas nos processos de redução de custos e maximização do uso de recursos existentes.
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INSTRUMENTO DE NEGOCIAÇÃO
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A participação nos lucros ou resultados será objeto de negociação entre a empresa e seus empregados, mediante um dos procedimentos a seguir descritos, escolhidos pelas partes de comum acordo:


- comissão escolhida pelas partes, integradas, também, por um representante indicado pelo sindicato da respectiva categoria;

- convenção ou acordo coletivo.

Dos instrumentos decorrentes da negociação deverão constar regras claras e objetivas quanto à fixação dos direitos substantivos da participação e das regras adjetivas, inclusive mecanismos de aferição das informações pertinentes ao cumprimento do acordado, periodicidade da distribuição, período de vigência e prazos para revisão do acordo, podendo ser considerados, entre outros, os seguintes critérios e condições:


- índices de produtividade, qualidade ou lucratividade da empresa;

- programas de metas, resultados e prazos, pactuados previamente.

O instrumento de acordo celebrado será arquivado na entidade sindical dos trabalhadores.

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Impasse na Negociação

Caso a negociação visando à participação nos lucros ou resultados da empresa resulte em impasse, as partes poderão utilizar-se dos seguintes mecanismos de solução do litígio:


- mediação;


- arbitragem de ofertas finais.


Considera-se arbitragem de ofertas finais aquela em que o árbitro deve restringir-se a optar pela proposta apresentada, em caráter definitivo, por uma das partes.

O mediador ou o árbitro será escolhido de comum acordo entre as partes. 
Firmado o compromisso arbitral, não será admitida a desistência unilateral de qualquer das partes.
O laudo arbitral terá força normativa, independentemente de homologação judicial. 
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