Os membros da Comissão de Negociação Sindical,formada para conduzir negociações com a empresa,chegaram a um consenso quanto ao que reivindicar.
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sábado, 16 de janeiro de 2010
Reivindicações são aprovadas em Comissão de Negociação
Os membros da Comissão de Negociação Sindical,formada para conduzir negociações com a empresa,chegaram a um consenso quanto ao que reivindicar.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Módulo policial depredado e abandonado
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Unidade Referencial de Toledo (Novo Valor)
Deputado Welter favorável às 40 horas semanais
Eu sou totalmente favorável a redução uma vez que ela vem de encontro a tudo a aquilo que já acontece nos países desenvolvidos: melhorar a qualidade de vida do trabalhador, aumentar as vagas de trabalho no mercado formal, e dar maior ritmo e qualidade ao setor produtivo. Estudos do Dieese mostram que se de fato for implantada a redução na jornada de trabalho o mercado brasileiro criará em curto prazo 2,5 milhões de novos empregos e que o impacto na folha de pagamento será de 1,9% saltando de 22% para 23,9%, o que não chega a ser tão grande se considerarmos o custo-benefício desta medida. Trabalhador valorizado, com melhor qualidade de vida, com boa saúde, motivado, sem dúvida rende muito mais e aí o que poderia num primeiro momento ser considerado um gasto a mais passa a ser visto como investimento.
Um grande exemplo deste resultado positivo é a indústria farmacêutica que adotou esta medida ainda em 2002 e hoje apresenta um resultado de produtividade 27% superior ao que tinha há sete anos.
A redução da jornada semanal é uma luta histórica dos trabalhadores brasileiros e o momento é realmente oportuno para sua implantação. O país cresceu, todos os setores da economia deram um grande salto nos últimos dez anos, surgiram novas profissões e a modernidade requer uma relação ainda mais aprimorada entre o capital e o trabalho.
Também é preciso levar em consideração as diferentes cargas de trabalho de cada setor da economia. Umas mais outras menos estressantes o que leva alguns trabalhadores a condições mais desgastantes em determinados períodos do ano. Uma carga de trabalho uniforme vem de encontro à igualdade e a valorização de todos os trabalhadores.
Aí entra outro fator importante em discussão na PEC-231/95 que é o aumento da remuneração da hora extra dos atuais 50% para 75%. Outra medida acertada que dá a condição de flexibilidade de negociação entre patrões e empregados em períodos em que a produção precisa de ritmo intenso. Ganha a empresa que terá seus profissionais mais qualificados a disposição para jornadas extras e ganha o trabalhador que ao querer trabalhar mais do que o período normal se sentira mais valorizado e motivado com um ganho realmente extra.
O Brasil venceu a crise mundial com uma redução de empregos menor do que a maioria dos países em desenvolvimento, superando em alguns casos até mesmo países desenvolvidos. Isto aconteceu porque o Governo do presidente Lula tomou medidas pontuais para preservar as vagas no mercado de trabalho com a redução e até isenção temporária de impostos em determinados setores. Em agosto já batemos o recorde de geração de empregos formais com a criação de 242.126 novas vagas.
A previsão para 2010 é de criação de 1,8 milhão de novas vagas de trabalho com carteira assinada. Com a redução da jornada este número pode saltar para perto de 4 milhões. Com um país melhor, com o consumo de massa crescente e duradouro, e a redução da jornada de trabalho o trabalhador vai poder viver melhor: freqüentar academias, shoppings, clubes, ter lazer e prazer com suas famílias. O resultado será um trabalhador com melhor saúde e alegria rendendo mais para sua empresa. Por isso entendo que a medida é boa para o trabalhador e para o setor produtivo do país.
Autor: Elton Welter
Fonte: Site do Deputado Welter
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
PROGRAMA DE ALCOOLISMO NA EMPRESA (PAE)
Um problema extremamente sério,grave,e que atinge inúmeras empresas Brasil afora,o alcoolismo também é preocupante entre os trabalhadores da EMDUR.
Entendemos que a empresa precisa com urgência implantar um programa de prevenção,um PROGRAMA DE ALCOOLISMO NA EMPRESA (PAE).
Leiam a opinião sensata do Valdeci T. Ribeiro - Téc. em Segurança do Trabalho,do Estado de São Paulo:
"A empresa tem que ter sensibilidade com os funcionários que passam por esta situação, não podendo fechar os olhos e nem tentar se livrar do problema com atitudes drásticas como a demissão, por exemplo. A demissão, aliás, deve ser o último recurso a ser adotado pela empresa em casos de funcionários alcoólatras. A solidariedade e o tratamento são as alternativas mais justas e humanas para as pessoas que buscam através do álcool a fuga para os seus problemas e frustrações do dia-a-dia.
O alcoolismo afeta o convívio social, a família, o rendimento no trabalho, além de acometer o indivíduo á diversos problemas de saúde. Mais do que uma doença física, o alcoolismo é um verdadeiro massacre ao indivíduo, pois, o mesmo passa a ser segregado, ocasionando a esta pessoa um profundo sentimento de culpa, dificultando a sua saída do vício. A compreensão e a ajuda familiar são fundamentais no tratamento do alcoólatra que deve aceitar a sua condição de doente para que o tratamento surta efeito.
A melhor forma de “tratar” abertamente o assunto na empresa é através das palestras periódicas, ministradas por profissionais experientes no tratamento do alcoolismo. Quando o problema do alcoolismo é identificado na empresa, a abordagem deve ser cuidadosa, sem humilhações e principalmente com muito respeito ao funcionário. Termos pejorativos relacionados aos alcoólatras devem ser veementemente combatidos por se tratar de assédio moral que prejudica e leva o alcoólatra a uma condição de extremo sofrimento e baixa auto-estima.
O indivíduo alcoólatra não aceita a condição de doente negando inclusive o problema com o vício, daí a necessidade do envolvimento familiar. Uma conversa franca e honesta, conduzido pelo psicólogo(a) da empresa ajudam na compreensão. O remanejamento temporário de funções perigosas ou que causem riscos à vida de terceiros é necessária até que o funcionário esteja apto a exercer as suas funções.
...O alcoolismo é tão grave que às vezes toda a família deve ser tratada, tamanho o estrago ocorrido no relacionamento e conflitos familiares devido aos longos períodos da permanência do indivíduo no vício.
Os alcoólatras não necessitam de pena e sim da nossa compreensão e solidariedade. O problema existe e não deve ser ignorado, o doente precisa ser tratado para o bem de todos, família, empresa e principalmente o alcoólatra."
-->>Ou seja: Não bastam punições,advertências...etc,o problema tem que ser tratado na raiz...sem paliativos.
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Nova executiva do PT de Toledo reune-se
Superação da pobreza extrema até 2016
De acordo com recente pesquisa promovida pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o Brasil pode praticamente superar o problema de pobreza extrema (até 25% de salário mínimo per capita), assim como alcançar uma taxa nacional de pobreza absoluta (até meio salário mínimo per capita) de 4%, o que significa quase sua erradicação.
Entre 1995 e 2008, a queda média anual na taxa nacional de pobreza absoluta foi de -0,9%, enquanto na taxa nacional de pobreza extrema foi de -0,8% ao ano.
Para o período mais recente, entre 2003 e 2008, a queda média anual na taxa nacional de pobreza absoluta foi de –3,1%, enquanto na taxa nacional de pobreza extrema foi de -2,1% ao ano.
Fatores
Segundo o Ipea, a combinação entre a continuidade da estabilidade monetária, a maior expansão econômica e o reforço das políticas públicas - como a elevação real do salário mínimo, a ampliação do crédito popular, a reformulação e o alargamento dos programas de transferências de renda para os estratos de menor rendimento, entre outras ações - se mostrou decisiva para a generalizada melhoria do quadro social no Brasil.
Apesar do avanço, três condicionantes das políticas públicas podem, contudo, limitar as perspectivas socioeconômicas brasileiras, segundo o Ipea: a sustentabilidade de uma taxa elevada de crescimento econômico e de baixa inflação, a redistribuição tributária e a eficácia na utilização dos recursos públicos.
Nos países desenvolvidos, o problema da pobreza absoluta encontra-se praticamente resolvida, embora persistam indicadores importantes de medida de pobreza relativa (o quanto se é pobre relativamente à riqueza existente).
Fonte: Portal IG
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Solicitando análise da água
sábado, 9 de janeiro de 2010
Nota do dia 07/01/2010 (JORNAL DO OESTE)
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Gratificação natalina em foco
"Os cidadãos abaixo-assinados, brasileiros,trabalhadores da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo (EMDUR), solicitam a criação de uma gratificação natalina no valor de 50% referente ao abono salarial,a ser paga a partir de dezembro de
A expectativa do sindicato é de que o pleito seja atendido,possibilitando assim mais um avanço nas relações trabalhistas.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Cronologia sobre a CAST
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Operacional reivindica 40 horas semanais
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Durante 25 anos o setor operacional da EMDUR (Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo) carregou a empresa nas costas,sendo assim consideramos absolutamente justo o pleito de que sua carga horária seja reduzida para 40 horas semanais,igualando-se assim ao setor administrativo da empresa.
Selecionamos alguns dos motivos que nos fazem reivindicar as 40 horas:
1. Jornada normal de trabalho muito extensa
A jornada normal de trabalho do setor operacional na EMDUR,e no Brasil, é uma das maiores no mundo: 44 semanais desde 1988.
A jornada total de trabalho é a soma da jornada normal de trabalho mais a hora extra. No Brasil, além da extensa jornada normal de trabalho, não há limite semanal, mensal ou anual para a execução de horas extras, o que torna a utilização de horas extras no país uma das mais altas no mundo. Logo, a soma de uma elevada jornada normal de trabalho e um alto número de horas extras faz com que o tempo total de trabalho no Brasil eja um dos mais extensos.
2. Ritmo intenso do trabalho O tempo de trabalho total, além de extenso, está cada vez mais intenso, em função de diversas inovações técnico-organizacionais implementadas pelas empresas (como a polivalência, o just in time, a concorrência entre os grupos de trabalho, as metas e a redução das pausas).
3. Aumento da flexibilização da jornada de trabalho Desde o final dos anos 1990, verifica-se, no Brasil, um aumento da flexibilização do tempo de trabalho. Assim, às antigas formas de flexibilização do tempo - como a hora extra, o trabalho em turno, trabalho noturno, as férias coletivas -, somam-se novas - como a jornada em tempo parcial, o banco de horas e o trabalho aos domingos.
4. Aumento do número de doenças Em função das jornadas extensas, intensas e imprevisíveis, os trabalhadores têm ficado cada vez mais doentes (estresse, depressão, hipertensão, distúrbios no sono e lesão por esforços repetitivos, por exemplo).
5. Condições favoráveis da economia brasileira A economia brasileira apresenta condições favoráveis para a redução da jornada de trabalho e limitação da hora extra, uma vez que:
· o país apresenta crescimento econômico nos últimos cinco anos e com perspectivas positivas para os próximos anos;
· a inflação tem variações moderadas desde 2003;
· a economia encontra-se relativamente estabilizada (diminuição das taxas de inflação, equilíbrio na balança de pagamentos, superávit primário, crescimento econômico etc.);
· a redução da jornada de trabalho é uma política de geração de postos de trabalho com baixo risco monetário;
6. Baixo percentual dos salários nos custos de produção
Conforme dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em
Este percentual é irrisório se considerarmos que o aumento da produtividade da indústria, entre 1990 e 2000, foi de 113% e que, nos primeiros anos do século XXI, os ganhos de produtividade foram de 27%. Portanto, o grande aumento de produtividade alcançado desde 1988 (última redução da jornada de trabalho no Brasil) leva a um pequeno aumento de custo gerado pela redução da jornada de trabalho.
7. Baixo custo da mão-de-obra no Brasil O custo da mão-de-obra no Brasil é muito baixo, comparado a diversos países, de forma que a redução da jornada de trabalho não traria nenhum prejuízo à competitividade das empresas, sobretudo porque o diferencial na competitividade não está no custo da mão-de-obra, mais sim nas vantagens sistêmicas que o país oferece.
8. Criação de um círculo virtuoso Além dos ganhos de produtividade verificados no passado e na conjuntura atual, eles devem continuar a acontecer no futuro, o que explicita a necessidade de a redução da jornada de trabalho ser permanente e contínua, acompanhando assim os ganhos de produtividade. Cria-se então, um círculo virtuoso, isto é, os ganhos de produtividade e a sua melhor distribuição estimulam o crescimento econômico que, por sua vez, levam a mais aumento de produtividade.
9. Apropriação dos ganhos de produtividade A redução da jornada de trabalho é uma das possibilidades que os trabalhadores têm para se apropriarem dos ganhos de produtividade por eles produzidos.
10. Instrumento de distribuição de renda A redução da jornada de trabalho é uma das formas de os trabalhadores se apropriarem dos ganhos de produtividade, logo, é um dos instrumentos para a distribuição de renda no país.
11. Pouco tempo livre Em função do grande tempo ocupado direta e indiretamente com o trabalho, sobra pouco tempo para o convívio familiar, o estudo, o lazer, o descanso e a luta coletiva.
12. Perda do controle do tempo da vida As diversas formas de flexibilização do tempo de trabalho, como a hora extra ou o banco de horas, além de intensificar o trabalho, têm como conseqüência a perda do controle por parte do trabalhador seja do tempo de trabalho ou do tempo livre. Isso porque, na maior parte dos casos, é o empregador que define quando o trabalhador irá trabalhar a mais ou a menos, sem consulta ou com um mínimo de aviso prévio, desorganizando assim toda a sua vida.
13. Qualidade de vida Finalmente, a redução da jornada de trabalho irá possibilitar que os trabalhadores, produtores das riquezas do Brasil e do mundo, possam trabalhar menos e viver melhor. Até para que outras pessoas também possam ter acesso ao trabalho e à vida, para que possam viver e não apenas sobreviver.
Apresentadas as treze (13) razões que nos levam a REIVINDICAR a redução na jornada de trabalho do setor operacional, contamos com o senso social tanto da direção da empresa quanto da administração pública municipal, ressaltando que se trata de uma luta histórica em nível nacional e que certamente obterá vitória brevemente.
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