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"Numa época de dissimulação, falar a verdade é um ato revolucionário." (George Orwell)

sábado, 5 de dezembro de 2009

Resumo do que foi a reunião de hoje

Membros da direção do sindicato e da EMDUR
Na reunião ocorrida hoje às 9 da manhã,na SEDE SOCIAL do sindicato,foram discutidos abertamente vários temas. Dentre eles: a)Situação legal da Fábrica de Artefatos de Cimento; b)Melhorias na Pedreira Municipal; c)Melhorias na Usina de Asfalto; d)Eleição na CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes); e)Situação dos motoristas de caminhão toco; f)Sindicância 01/2008; g)Fornecimento de protetor solar; h)Desvio de função; i)Concurso 2010; j)Plano de Saúde.
Reunião SINTRAEP/EMDUR:resultados
Durante reunião realizada na Sede Social do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Públicas Municipais de Toledo (SINTRAEP),entre diretoria de sindicato e EMDUR,ficaram acordadas diversas ações,que se colocadas em prática,trarão significativas melhorias aos trabalhadores da empresa. Entre elas estão investimentos na Pedreira Municipal,especialmente no fornecimento de água potável. O fornecimento de água nunca foi feito de forma adequada,já que a água potável é buscada em outros locais e levada à pedreira. Segundo os diretores presentes,Moacir Vanzzo e Lourival Jr,a situação será normalizada em definitivo brevemente. Na Usina de Asfalto uma das reivindicações do sindicato é no sentido da construção de um refeitório para os trabalhadores do local,sendo que a empresa concorda que é uma necessidade e que também será providenciada. Para 2010 está previsto a realização de novo concurso para preenchimento de diversas vagas no setor operacional. O fornecimento de protetor solar nos setores expostos aos riscos dos raios ultravioletas nos horários críticos será feito,estando sua compra no estágio de licitação. O estacionamento para os trabalhadores no Pátio de Máquinas está em fase de limpeza do terreno. As eleições na CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) serão realizadas de acordo com a NR 5,baixada pelo Ministério do Trabalho.
Convite para reunião,distribuído entre membros da direção sindical *

Novo boletim sindical do SINTRAEP

NOVO BOLETIM DO SINTRAEP
O Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Públicas Municipais de Toledo (SINTRAEP) lançou novo Boletim Sindical,com resumo de suas lutas e conquistas desde o Acordo Coletivo 2007/2008.
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Política de ganho real na EMDUR

EMDUR precisa aplicar política de ganho real
Não é segredo que a EMDUR em seus 25 anos de existência JAMAIS colocou como prioridade a valorização de seu quadro efetivo,tanto é verdade que hoje os salários pagos são extremamente defasados. Ano após ano a empresa tem reproduzido,aplicado,apenas os índices inflacionários oficiais,sem a ousadia de dar um mínimo que seja de ganho real. Qual a consequência prática do descaso? Na prática isso "achata" os salários,diminuindo consideravelmente o poder de compra dos trabalhadores da empresa. Outra consequência prática se reproduz na desmotivação do quadro efetivo,fazendo com que a empresa tenha trabalhadores descomprometidos com as metas de produção estabelecidas. É preciso que a EMDUR tenha coragem e ousadia,aplicando pela primeira vez uma política de ganho real. Não é um bicho de 7 cabeças,é só começar. Aplicando-se uma política séria de valorização nos salários pagos poderemos aos poucos promover a recuperação do poder de compra dos trabalhadores. Devemos levar em conta que 25 anos não são 25 dias ou 25 meses,é uma vida inteira de desvalorização profissional. Estamos em pleno século XXI,e não podemos mais admitir que uma empresa,ainda mais sendo 100% pública,continue ignorando as necessidades dos trabalhadores. Como sempre a palavra mágica a ser aplicada é VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL.
Luiz Carlos Presidente do SINTRAEP sintraep@hotmail.com

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Horas "in itinere"

Horas “in itinere” nada mais é do que o tempo que o empregado gasta até o seu local de trabalho e para o retorno quando o transporte desse empregado é fornecido pelo empregador, isto em se tratando de local de difícil acesso ou então não servido por transporte público.

O tempo gasto na ida e na volta do trabalho, no caso acima, é acrescido à jornada de trabalho do empregado para todos os efeitos legais, inclusive para fins de cálculo dos encargos sociais.

Mas o que fazer quando o tempo gasto para o transporte dos empregados para ida e a volta do trabalho apresenta oscilações diárias?

Uma alternativa é a negociação com o Sindicato que represente os empregados dessa empresa para a fixação desse tempo de forma predeterminada através de um acordo coletivo, ou seja, através da negociação direta entre a empresa interessada e o respectivo Sindicato, isto se tal previsão já não existir no Dissídio ou Convenção Coletiva. Vale lembrar que Dissídio ou Convenção Coletiva é o nome dado ao documento que representa a negociação entre o Sindicato Patronal e o dos empregados de uma determinada categoria.

Assim sendo, se sua empresa concede o transporte de seus funcionários na ida e na volta do local do trabalho, sendo este um local de difícil acesso ou não servido de transporte público, o tempo gasto nestes trajetos deverão ser incorporados à jornada de trabalho dos empregados que utilizem de tal transporte, seja na quantidade exata ou através de uma média predeterminada negociado com o Sindicato de seus empregados.

Fonte: Sebraesp

domingo, 29 de novembro de 2009

Nota publicada sobre reunião

Emdur Está marcada para o dia 05 de dezembro uma reunião entre membros da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Públicas Municipais de Toledo (Sintraep) e representantes da direção da Emdur. Em pauta a situação dos motoristas de caminhão toco; situação legal da Fábrica de Artefatos de Cimento; reivindicações de melhorias na Pedreira Municipal; reivindicações de melhorias na Usina de Asfalto; e nova eleição na Cipa.
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(Nota publicada na edição do dia 28/11/2009,sábado,JORNAL DO OESTE,página 02.)
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Transporte coletivo de Toledo em xeque

Recente enquete realizada no site do JORNAL DO OESTE perguntou a opinião dos internautas sobre o transporte coletivo de Toledo.
Vejamos os números:
O que você acha do transporte coletivo em Toledo? Essa foi a pergunta na enquete do site do J.O. (www.jornaldooeste.com.br). Dos 335 votos, 23 consideraram o sistema ótimo (6,9%). Para 54 pessoas (16,1%) o transporte é bom, enquanto 98 (29.3%) classificaram de regular, outros 63 (18,8%) de ruim e, para 97 internautas (29%) o serviço do transporte coletivo em Toledo é péssimo.
Obervações: A enquete mostra claramente que a empresa detentora do direito de uso dos serviços de transporte coletivo precisa ugentemente investir em melhorias na qualidade dos serviços prestados.
Entre ruim e péssimo os números chegam a 47,8%...um sinal de alerta.
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Locais de trabalho necessitam de melhorias

No dia 05/12 levaremos aos diretores da EMDUR a reivindicação de melhorias URGENTES em todos os locais de trabalho,as condições em determinados lugares chegam a ser desumanas. Alguns locais que necessitam de atenção: Pedreira Municipal,Usina de Asfalto,Cemitérios,Pátio de Máquinas e Rodoviária. Todos necessitam de atenção,uns mais que outros,mas no geral todos carecem de investimentos. O caso da Pedreira é grave no sentido de que o fornecimento de água aos trabalhadores é feito de forma precária,não há fornecimento direto,o encarregado tem que ficar buscando água potável fora da Pedreira...lamentável situação. Temos sinalização da empresa de que a situação será normalizada em breve. Convém lembrar que a Pedreira Municipal está sem fornecimento de água há anos. Por que não providenciaram isso antes? Perguntaremos isso na reunião.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Sintraep 100% favorável a redução da jornada

EMDUR precisa evoluir para 40 horas semanais
100% dos associados ao Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Públicas Municipais de Toledo (SINTRAEP) são favoráveis a PEC que reduz a jornada de trabalho no país,consideramos um avanço na qualidade de vida e também um meio de tornar a mão de obra menos escrava. Os empresários,como não poderia deixar de ser,são contra por estarem viciados na exploração da mão de obra semi-escrava que impera no Brasil. Não existem mais os grilhões dos ferros,mas existem os grilhões dos cartões-ponto (especialmente os digitais). Não existe mais o chicote no lombo,mas existe o salário humilhante,que dói tanto quanto chicotadas. Quando o trabalhador vai ao mercado ele sente o peso do chicote no bolso,com certeza a dor de ter trabalhado o mês inteiro por valor tão ínfimo dói tanto quanto chicotadas. Vemos a redução da jornada de trabalho como uma etapa a mais na libertação (ainda que tardia) da mão de obra escrava. O aumento do valor pago nas horas extras,passando dos atuais 50 para 75%,é bem-vindo.Assim em caso de necessidade de trabalhar a mais ao menos receberemos 75% de acréscimo por isso. É o justo. No caso local sempre reivindicamos que a jornada seja de 40 horas semanais,ainda mais por sabermos que o setor administrativo da EMDUR já cumpre isso,sendo que o operacional faz 44 horas. Na visão do sindicato é uma injustiça tal diferenciação. Somos 100% favoráveis a que o setor operacional da EMDUR faça 40 horas semanais,e que em caso de horas extras elas sejam remuneradas com adicional de 75%. Durante as negociações para fechamento do ACORDO COLETIVO de trabalho 2010/2011 certamente incluíremos ambas as propostas (redução da jornada e aumento no valor das horas extras). E não adianta a empresa,via administração pública municipal,espernear.É uma tendência nacional,ou seja: uma hora ou outra irão ter que ceder,nem que seja por meio de legislação nacional ( aprovação da PEC 231/95 ). De toda forma será uma vitória histórica da classe trabalhadora.
Luiz Carlos Presidente do SINTRAEP e-mail: sintraep@ibest.com.br * * *

Greve em favor da jornada de 40 horas

Sindicalistas prometem greve se jornada não for reduzida
Sindicalistas prometem uma série de greves e paralisações a partir de 15 de janeiro se a Câmara não votar o projeto que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. O projeto está pronto para votação em plenário e ainda não foi apreciado por falta de acordo com deputados representantes do empresariado, que são contrários à redução. – Queremos aproveitar o ano eleitoral”, disse o deputado Vicentinho (PT-SP). – É uma luta. Eles [empresários] vão resistir – completou. Trabalhadores e empresários se reuniram com o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), para tentar um acordo. De consenso, apenas a garantia de que não há tempo para a votação este ano – os projetos do pré-sal e o Orçamento devem ocupar a agenda de votações até o recesso no fim do ano. Em busca de um acordo, Temer criou uma comissão para discutir o assunto. Uma das propostas que poderá ser debatida é a que reduz a jornada aos poucos, até chegar ás 40 horas semanais. – Quem senta à mesa, se dispõe a dialogar, admite que se pode construir um marco de entendimento. Ainda há distância entre as posições, mas dá para dialogar – disse o deputado Armando Monteiro (PTB-PE), presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Fonte: Correio do Brasil *

Empresários,pra variar,contra redução da jornada

Apesar de ser contra redução da jornada, maioria dos empresários não deve demitir

Fabrício Zago e André Luiz Gomes

A redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, prevista na Proposta de Emenda Constitucional 231/95, em discussão no Congresso, não deve alterar a situação do emprego nas micro e pequenas empresas. É o que mostra a sondagem Ponto de Vista dos Pequenos Negócios, divulgada nesta quinta-feira (19) pelo Sebrae Nacional. Segundo o estudo, a maioria dos empresários entrevistados (51%) pretende manter o quadro atual de trabalhadores caso a PEC seja aprovada. Além da redução das horas trabalhadas, a PEC prevê a ampliação do adicional de hora extra de 50% para 75%. Foram entrevistados, entre setembro e outubro, em todos os estados e no Distrito Federal, 3010 empresários atendidos pela Instituição.

Apesar da expectativa de manutenção dos empregos, quase dois terços dos empreendedores – 63% – são desfavoráveis à redução da jornada, 47% desaprovam a manutenção dos salários e 61% são contrários ao aumento adicional da hora extra. Entre os entrevistados, 32% avaliam a proposta como péssima e 20% como ruim. A sondagem diagnosticou ainda que 44% dos empresários temem perda de faturamento nos negócios.

“Os números fazem um alerta, porque podem indicar uma tendência de aumento da informalidade. Se há expectativa de manutenção do emprego e redução de faturamento, é possível que o empresário compense eventuais perdas partindo para o mercado informal. Isso é preocupante, porque estamos falando de um segmento que, só em outubro deste ano, foi responsável por 75% dos novos empregos formais criados em todo o Brasil”, ressalta Paulo Okamotto, presidente do Sebrae.

O levantamento do Sebrae também constatou que 43% dos empresários pretendem manter a situação atual do pagamento de horas extras, 27% vão diminuir e 5%, aumentar a despesa, caso a PEC seja aprovada. Não sabem ou não opinaram 25% dos entrevistados.

“Esse é o primeiro estudo feito com micro e pequenas empresas sobre a proposta de redução da carga horária de trabalho. Além dos números já apresentados, a sondagem revelou que 42% dos empresários não conheciam o assunto até a entrevista”, informa Raissa Rossiter, gerente de Gestão Estratégica do Sebrae Nacional. Propensão maior a contratar do que a demitir O boletim Ponto de Vista dos Pequenos Negócios apurou ainda a expectativa dos empresários para o fim de 2009: 37% pretendem contratar funcionários no último trimestre do ano e apenas 9% pensam em demitir. Quase metade das empresas pesquisadas (47,5%) tem até quatro funcionários. Quando são contabilizadas as carteiras assinadas, o número aumenta para 52,6%. No entanto, 12% dos empresários afirmaram ter funcionários sem carteira assinada. Ponto de Vista A maioria dos empresários entrevistados, 82%, é dos setores de comércio e de serviços, seguidos pela indústria (13%) e agronegócios (5%). Trinta e um por cento atuam no mercado há, no máximo, quatro anos. Distribuição por Faturamento: microempresas – até R$ 240 mil/ano (56%); pequenas empresas – acima de R$ 240 mil até R$ 2,4 milhões/ano (20%); acima de R$ 2,4 milhões/ano (3%); não informou (21%). Fonte: Agência Sebrae *

domingo, 22 de novembro de 2009

Cadê o estacionamento?

Os trabalhadores,tanto da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo (EMDUR) quanto da Prefeitura Municipal,continuam aguardando a liberação de um espaço adequado para estacionar seus veículos. Desde o dia 23 de outubro eles são obrigados a estacionar em locais impróprios,como na frente da Sede Administrativa da Emdur. Foi prometido local adequado,os trabalhadores continuam no aguardo.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Reunião com diretores da EMDUR dia 05/12

Está marcada para o dia 05 de dezembro,sábado,reunião entre membros da diretoria do sindicato e representantes da direção da Emdur. Vários serão os assuntos a serem debatidos,entre eles: 1. Situação dos motoristas de caminhão toco; 2. Situação legal da Fábrica de Artefatos de Cimento; 3. Reivindicações de melhorias na Pedreira Municipal; 4. Reivindicações de melhorias na Usina de Asfalto; 5. Nova eleição na CIPA. Após a realização da reunião publicaremos aqui um resumo do que ficou definido. *