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"Numa época de dissimulação, falar a verdade é um ato revolucionário." (George Orwell)

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Considerações sobre a Usina de Asfalto

Usina carece de melhorias URGENTES
Quanto mais tempo permaneço na Usina de Asfalto de Toledo mais chego a conclusão de que o local sempre foi o "patinho feio" da EMDUR,aquilo ali é o deserto do serviço público municipal. Várias carências precisam ser supridas,algumas já foram apontadas pelo sindicato. Outras serão colocadas em documento a ser encaminhado à administração da empresa brevemente. O fato é que o local está abandonado há anos,sendo inaceitável tal situação. Texto assinado por Luiz Carlos *

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

40 horas de trabalho na EMDUR

Defendemos que a jornada de trabalho na EMDUR (Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo) seja reduzida para 40 horas semanais,tendo em vista os inúmeros estudos que apóiam a idéia. Concordamos 100% com os estudos realizados pelo DIEESE,consideramos que a jornada de 44 horas é excessiva e prejudicial aos trabalhadores da empresa. E mais: a jornada do pessoal administrativo da empresa já é de 40 horas semanais,basta que estendam o benefício aos demais trabalhadores. *

Estudo novo do DIEESE sobre redução da jornada

Redução da jornada de trabalho Estudo do Dieese mostra que economia suporta redução da jornada O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apresentou estudo com 17 argumentos a favor da proposta de redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. A mudança na legislação está prevista na proposta de emenda à Constituição debatida na Câmara. Entre os principais pontos do estudo, está a constatação de que a jornada de trabalho no Brasil é uma das maiores no mundo. O estudo também aponta que, no Brasil, além da extensa jornada, não há limite semanal, mensal ou anual para a execução de horas extras. Isso, segundo o Dieese, torna a taxa de realização de horas extras no País uma das mais altas no mundo. Além de ter capacidade de reduzir a jornada de trabalho sem queda no faturamento das empresas, o estudo revela que a economia pode gerar novos postos de trabalho, já que o país registrou crescimento econômico nos últimos cinco anos e tem perspectivas positivas para o futuro. "O tempo de trabalho total, além de extenso, está cada vez mais intenso, em função de diversas inovações técnico-organizacionais implementadas pelas empresas, como a polivalência, o just in time, as metas e a redução das pausas", diz o trabalho do Dieese. Segundo o departamento, a atual jornada de trabalho de 44 horas semanais está provocando o aumento dos índices de faltas e o aparecimento de um número maior de pessoas doentes por estresse, depressão, hipertensão, distúrbios no sono e lesões por esforços repetitivos. Além disso, segundo o estudo, não haveria aumento significativo de custos para as empresas. "Uma redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais representaria um aumento no custo total de produção de apenas 1,99%", defende o texto. Na comissão geral realizada ontem, o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, afirmou que a decisão sobre redução da jornada de trabalho é eminentemente política. "O Brasil está preparado para conduzir uma redução da jornada de trabalho que elevará a qualidade de vida do seu povo e garantirá produtividade às empresas", defendeu Clemente. Ele destacou que o crescimento da produtividade da indústria nos últimos 20 anos é de quase de 85% e que o Brasil tem um custo/hora/trabalho em dólar de 5,94%, um dos mais baixos do mundo. Fonte: Fetropar Autor: Assessoria de Comunicação

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Visita à Câmara Municipal

Registro de início da sessão,com execução do hino nacional
O presidente do Sintraep,Luiz Carlos dos Santos,e o tesoureiro,André Renato Pereira,estiveram hoje em visita à Câmara Municipal de Toledo. O objetivo era conseguir apoio para a idéia de alterações na Lei 1727/1992,que trata do Plano de Assistência à Saúde administrado pelo município. Breve deveremos ter novidades a respeito. Os vereadores de Toledo,como legisladores,precisam atentar para o descaso com que as seguidas administrações tratam a EMDUR e consequentemente seus funcionários. Um Plano de Assistência à Saúde que abranja tanto os trabalhadores quanto seus familiares é prioridade absoluta para o SINTRAEP,deveria ser também para os políticos de nossa cidade. O debate na Câmara é adequado,assim teremos a oportunidade única de saber quem realmente está ao lado dos interesses coletivos e quem está ali somente para dizer amém a qualquer comando vindo do Executivo.
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Vigias e Guardas Municipais

Hoje,durante entrevista ao jornalista Batista Franco (Rádio Guaçu AM),o coronel Carneiro comentou sobre a substituição que ocorreu na Rodoviária de Toledo. Antes eram os guardas da Emdur que fazíam a segurança do local,agora são guardas municipais que assumem as funções. Na prática nada muda,ou seja: troca-se seis por meia dúzia. Tantos os guardas da Emdur quanto os municipais são iguais,sem direito de portar arma em serviço. E ainda que alguns guardas municipais se achem superiores aos da Emdur,não o são. São absolutamente idênticos. Basta uma avaliação racional e se chega a conclusão. Ambos necessitam de mais apoio,mais equipamentos,treinamentos...etc. Ou seja: são iguais. Inclusive uma das definições do "Aurélio" para Guarda é Vigia,logo teremos no fundo da questão "Vigias municipais".
Bom seria se fôssemos armados assim * * *

domingo, 30 de agosto de 2009

Câmara de Toledo em crise

( Clique sobre a matéria para ler o texto de Editorial do GAZETA MUNDIAL) * * *

sábado, 29 de agosto de 2009

Reunião proveitosa aconteceu hoje

REUNIÃO REALIZADA COM SUCESSO Na manhã de hoje,às 9 da manhã,ocorreu importante reunião entre os membros da diretoria executiva e conselho fiscal do Sintraep. A reunião aconteceu na Sede Social do sindicato. Importantes assuntos de interesse da categoria dos trabalhadores em empresas públicas foram debatidos,entre eles a questão do pedido de salário igualitário dos motoristas de caminhão da empresa EMDUR. Os motoristas de caminhão toco reclamam de estarem recebendo menos do que os do caminhão truck,e que também irão receber menos do que os novatos. O presidente do sindicato,Luiz Carlos,informou que já encaminhou a questão para apreciação tanto do Diretor superintendente da Emdur quanto do Prefeito. No documento enviado à ambos o presidente do sindicato sugere que ou o cargo seja extinto e os motoristas de caminhão toco transferidos para a função de "motoristas de caminhão" ou a empresa pague um complemento salarial que garanta equiparação. CONFRATERNIZAÇÃO DOS TRABALHADORES Ficou também acertado que haverá uma confraternização realizada pelo sindicato destinada aos trabalhadores associados. Provavelmente em outubro,no dia do servidor. HORAS EXTRAS O presidente do sindicato também assumiu o compromisso de informar à Emdur a respeito de erros em anotações manuais de horas extras realizadas. CONSELHO FISCAL Na oportunidade ocorreu também apresentação de parecer do Conselho Fiscal do sindicato referente às contas de fevereiro,março e abril. As contas foram aprovadas sem ressalvas.
* * *

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Análises sobre acidentes de trabalho

A história humana é permeada de acidentes que causaram vítimas, como Bhopal, Chernobyl, Challenger, acidentes aéreos, automobilísticos... Para explicar a ocorrência desses acidentes de forma empírica os pesquisadores consideravam como sendo “erro humano”, ou seja, centrado nas demandas cognitivas, perceptuais e fisiológicas dos operadores dos sistemas. Em seguida, os estudos científicos associavam a ocorrência de acidentes às condições do trabalho. O erro humano é inerente ao processo cognitivo e é afetado pelo contexto em que está inserido. As possíveis causas para o erro humano são: políticas da organização, comunicação, controle e conhecimento sobre os processos, problemas de saúde, carga de trabalho, motivação, estado emocional do trabalhador, condições, organização e relações sociais do trabalho, dentre outros. Para os sociólogos do trabalho Jacques Leplat e Gilbert de Terssac, o erro humano era considerado desvio com relação a uma norma, sendo necessário compreender a tarefa prescrita (o que deve ser feito) e a atividade (que gera o comportamento do trabalhador). O doutor Pierre Falzon afirma que “a tarefa prescrita é o que se espera, implícita ou explicitamente do operador. Ela reúne, portanto, a tarefa explicitada e a tarefa esperada”. O autor Maurice Montmollin demonstra que os erros também são caracterizados por dois tipos: erros de superfície e erros profundos. Os erros de superfície são baseados em habilidades e lapsos que ocorrem quando o operador apresenta uma atitude involuntária, gerada por uma confusão, ou seja, a ação pretendida não atinge seu objetivo. Esses erros são provocados por uma falha na atenção dedicada durante a realização de uma tarefa. Os erros profundos são enganos baseados em regras ou relacionados aos conhecimentos, objetivos e raciocínios do operador, em que ocorrem diagnósticos enviesados. Nesse caso, acontece falha no processo de julgamento e/ou interferência envolvida na seleção de um objetivo ou na especificação de meios para atingi-los. Para os ergonomistas, estes últimos são chamados de falhas. A falha humana resulta das interações homem-máquina e homem-ambiente dentro de um sistema sócio-técnico. A nova visão sobre o erro humano considera os acidentes como fenômenos emergentes, sem causas claras, em que desvios podem ocorrer devido a problemas profundos no sistema (desordens no interior das organizações). Erro humano não significa, necessariamente, desatenção ou negligência do trabalhador. Portanto, é necessário compreender o seu comportamento e seu sentido na hora em que ocorreu o acidente. A velha visão procura um culpado, e a nova busca a prevenção e a Segurança do Trabalho. No Brasil, o “método” de análise de acidentes hegemônicos é a culpabilização da vítima, tornando-se um impedimento para a construção técnica e social de ações e políticas efetivas de prevenção. Portanto, analisar o erro e culpar o trabalhador não contribui para reduzir os custos humanos dos acidentes e aumentar a eficiência do trabalho. Autores: Izabel Carolina Martins Campos, Roberto Moraes Cruz, Leila Gontijo e Laudinei Lauro Francisco Fonte: Revista Proteção

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Sessão extra na Câmara de Vereadores de Toledo

Sessão extra amanhã vai definir novo reajuste
Proposta de novo reajuste aos servidores foi apresentada ontem (24) na Câmara de Toledo. Vereadores votam projeto em extraordinária
Amanhã e depois (26 e 27) os vereadores de Toledo voltarão a se reunir, dessa vez em caráter extraordinário, para votar o projeto que prevê novo reajuste aos servidores públicos municipais. A mensagem, de autoria do Poder Executivo, foi enviada ontem (24) à Câmara Municipal. Além deste, outros dois projetos serão votados: um que dispõe sobre o abono salarial e outro que altera o Plano de Cargos e Vencimentos. Na data-base dos servidores o prefeito José Carlos Schiavinato enviou à Câmara um projeto de reajuste de 6,98%, índice resultante do INPC de maio a dezembro do ano passado, além de um percentual de reposição de perdas históricas da categoria. Agora, graças à evolução da receita, Schiavinato propõe, a partir de 1º setembro, a reposição das perdas em mais 1,2%. Também fica estabelecido que o salário mínimo dentro da Prefeitura de Toledo terá o mesmo valor do salário mínimo nacional, hoje em R$ 465,00. Segundo a mensagem enviada aos vereadores, este novo reajuste reforça um dos compromissos da administração, “que é a adoção de medidas de valorização do servidor público em todos os aspectos”, traz o texto, acrescentando “a melhoria da remuneração, investimentos em qualificação e aperfeiçoamento, melhoria das condições de trabalho, adequações do Estatuto e do Plano de Cargos e Vencimentos”, entre outras medidas. Além disso, Schiavinato ressalta que o reajuste não irá comprometer o limite legal de despesas com pessoal. ABONO Outro projeto a ser votado nas sessões extraordinárias dessa semana trata do abono por assiduidade, a ser pago através de cartão alimentação. O valor do abono para os meses de agosto e setembro passa a ser de R$ 170,00. As regras para o recebimento continuam as mesmas. QUADRO FUNCIONAL Ainda nas extraordinárias será votado o projeto para alteração no quadro funcional da Prefeitura, com a proposta de mais um cargo de Técnico em Segurança no Trabalho e de mais um cargo de Técnico Agropecuário. As sessões para votação estão marcadas para esta quarta e quinta-feira, a partir das 13h30. Márcio Pimentel Da Redação TOLEDO Fonte: www.jornaldooeste.com.br *

domingo, 23 de agosto de 2009

Reunião dia 29

Está marcada para o dia 29,sábado,reunião entre os dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Públicas Municipais de Toledo (SINTRAEP). A reunião será na Sede Social do sindicato,às 9 da manhã.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Projeto da taxa assistencial passa pela CAS

O projeto já havia sido aprovado pela CAS, mas como recebeu emendas de plenário, o colegiado precisava votá-las. O passo seguinte é pautá-lo no plenário do Senado; se o texto for aprovado, vai ao exame da Câmara

Na manhã de quarta-feira (19), a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou as duas emendas do senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA) ao PLS 248/06, do senador Paulo Paim (PT/RS), que regulamenta a cobrança da taxa assistencial em favor dos sindicatos.

O projeto já havia sido aprovado pela CAS, mas como recebeu emendas de plenário, o colegiado precisava votá-las. O passo seguinte é pautar a matéria no plenário do Senado; se o texto for aprovado, vai ao exame da Câmara dos Deputados.

A senadora Marisa Serrano (PSDB/MS) discordou das emendas do seu colega de partido e disse que os ganhos das campanhas salariais das categorias econômicas e profissionais abrangem os sindicalizados e os não-sindicalizados.

A senadora tucana disse também que o projeto contribuía para o fortalecimento dos sindicatos no País.

Ao ler seu parecer, o relator, senador Inácio Arruda (PCdoB/CE), que também relatou a matéria na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), argumentou que o projeto do senador Paim é muito importante, pois a taxa assistencial contribuiu com a estruturação dos sindicatos.

Emendas As duas emendas foram apresentadas pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA). A primeira abre a possibilidade de oposição à taxa pelos não-sindicalizados.

A segunda prevê que a contribuição será devida somente uma vez ao ano, em percentual não superior a 1% e sobre o salário-base do trabalhador.

Parecer do relator O relator, senador Inácio Arruda (PCdoB/CE), rejeitou ambas as emendas sob o argumento no caso da primeira que "descaracterizaria o projeto e permitiria que, muitos empregados auferissem vantagem decorrente das negociações coletivas, sem oferecer aos sindicatos uma compensação mínima pelos gastos havidos durante o processo [negocial]".

Em relação à segunda, o relator entende que os detalhes sobre a cobrança da taxa serão "melhor definidos em assembléias sindicais".

E acrescentou: "Afinal, ninguém melhor que os próprios trabalhadores para saber os valores necessários de contribuição assistencial e a periodicidade de sua cobrança". Trabalho do FST É importante salientar o trabalho do FST (Fórum Sindical dos Trabalhadores), que reúne várias confederações, federações e centrais, sem o qual a matéria não teria avançado no Senado. A entidade tem feito um trabalho de pressão e convencimento dos senadores na Casa e nos estados. Esse trabalho, sem dúvida, foi fundamental para o desfecho positivo em ambas as comissões em que o projeto foi discutido e aprovado. Agora, é preciso redobrar o trabalho para pautar e aprovar o projeto de lei no plenário, que faz tempo não vota nada de importante, em razão da 'crise' que paralisou as votações finais na Casa.

Fonte: Diap

Usina de Asfalto necessita de melhorias URGENTES

"Senhores diretores da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo: Precisamos URGENTEMENTE da construção de um refeitório na Usina de Asfalto,nos moldes do que foi feito na Pedreira Municipal. Havíamos acordado com o Léo Inácio Anschau,diretor superintendente anterior, a construção do refeitório,assim como o feito na Pedreira,mas não sei porque o projeto foi abandonado. Recomendo que a atual diretoria da EMDUR retome a idéia,e que consequentemente o refeitório da Usina se transforme em realidade. Os investimentos para a viabilidade do mesmo não serão astronômicos,visto que até um início de construção existe na entrada da Usina (fotos em anexo). Basta somente aproveitar,ou reaproveitar,o que existe construído e realizar melhorias e adaptações,que não consumirão grandes investimentos por parte da empresa. É indecente que os trabalhadores do local não contem com refeitório próprio,tendo que almoçar em condições precárias de higiene. Quando a Usina está em funcionamento então nem se fala,é degradante. É dever da empresa proporcionar melhores condições de trabalho/higiene,e é de conhecimento geral que a Usina não recebe melhorias há anos. Conto com a colaboração da direção da EMDUR para a viabilização,URGENTE,da construção de refeitório na USINA DE ASFALTO. Atenciosamente, Luiz Carlos dos Santos Presidente do SINTRAEP 21/08/2009. " (Reivindicação do presidente do SINTRAEP,Luiz Carlos dos Santos,aos diretores da EMDUR,objetivando melhorias tanto nas condições de trabalho quanto de higiene na USINA DE ASFALTO de Toledo-Paraná.)
Construção abandonada pode ser reaproveitada para refeitório
Construção abandonada logo na entrada da Usina
Com as melhorias necessárias pode ser refeitório