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terça-feira, 21 de julho de 2009
Campanha salarial do Sindsertoo
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Analisando os atrasos históricos da EMDUR
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Análises
A EMDUR (Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo) nasceu sem o mínimo de planejamento estratégico,sem uma visão clara do que ela poderia se tornar no futuro,pois se assim tivesse ocorrido a empresa estaria em outro patamar nos dias atuais e não no atraso em que se encontra.
Analisemos:
1º-A empresa não tem um Plano de Cargos e Salários,ferramenta fundamental para o crescimento profissional de um trabalhador em uma empresa que se preze.
2º-A empresa não oferece,nem nunca ofereceu,uma assistência à saúde de seus funcionários,outra ferramenta fundamental na boa gestão.
3º-A empresa não tem representante de seus trabalhadores fazendo parte do Conselho de Administração,um atraso total em matéria de gestão democrática.
4º-A empresa carece de melhorias estruturais em todos os setores de trabalho,como na Usina de Asfalto,por exemplo,que necessita de um refeitório.
5º-A tabela de adicionais por cursos na área de atuação,ou similar,na empresa está totalmente desatualizado quando em comparação com a Prefeitura.
Eu poderia aqui elencar uma série de fatores que fizeram com que a empresa chegasse ao atual atraso histórico,mas vou me ater aos três primeiros.
A começar pelo Plano de Cargos e Salários,o sindicato ainda está no aguardo de sinais claros de que a administração pública municipal de Toledo irá corrigir essa anomalia administrativa e oferecer a implantação de um plano moderno,que permita a evolução na carreira.
Sobre a assistência à saúde,o sindicato fez a sua parte ao organizar uma Assembléia que deliberou sobre o assunto,cabe agora a implantação por parte da administração municipal.
Em relação ao Conselho de Administração da EMDUR,o sindicato reivindica a participação efetiva de um representante dos trabalhadores,tornando assim o conselho um instrumento eficaz no auxílio à administração da empresa pública.
Estou,pessoalmente,trabalhando numa proposta a ser apresentada ao Prefeito em relação ao Conselho de Administração.
Não devemos tapar o sol com a peneira,como diz o ditado popular,mas sim enfrentar os problemas de frente.
E quando falo em problemas,falo no atraso visível em que a empresa pública municipal se encontra.Cabe aos administradores,tanto da EMDUR quanto do município como um todo,a apresentação de soluções.
O sindicato faz a sua parte,apontando os problemas e sugerindo soluções para os mesmos,cabe aos administradores acatar as soluções e assim resgatar uma empresa que pode se tornar modelo de gestão em um futuro a médio prazo.
Luiz Carlos
Presidente do SINTRAEP
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Fotos da Assembléia que deliberou sobre o Plano de Saúde coletivo que vem sendo negociado entre CAST,EMDUR e Administração Municipal de Toledo podem ser conferidas clicando no link:
http://sindicatosintraep.blogspot.com/2009/06/sucesso-na-realizacao-da-assembleia.html
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sábado, 18 de julho de 2009
Como foi a discussão da Indicação nº 096/2009
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Em março deste ano foi aprovada na Câmara Municipal de Toledo a Indicação nº 096/2009,apresentada a pedido do sindicato.
Abaixo segue a publicação da Ata da Câmara sobre o assunto:
Indicação nº 096, colocada em única discussão, acessaram a tribuna os Vereadores Expedito Ferreira, Leoclides Bisognin e Paulo dos Santos, que assim se manifestaram: Expedito Ferreira - Senhor Presidente, quero parabenizar os nobres vereadores que se faz necessário que revejam este conceito aqui para que esta classe trabalhadora tenha amparo, saúde justa e digna. Há muitos anos se vem discutindo que o pessoal da EMDUR tenha este amparo, estas condições, só basta conversar e levar mais a sério, tem jeito pra tudo, só não tem jeito pra morte. Só basta discutir e levar mais a sério. A gente vê que a EMDUR é uma empresa que está de parabéns e está de parabéns o sindicato que está abraçando esta causa e eu tenho a certeza que vai ter o respaldo e êxito. A saúde do nosso país está péssima como todos os senhores estão vendo o que está acontecendo e vem de cima para baixo, todos estão vendo a dificuldade da saúde que começa em Brasília, vem para o estado e respinga no município e se a empresa não tiver uma visão ampla para que os funcionários trabalhem com saúde com é que vai ter uma produção melhor? Não tem! Peço aos nobres vereadores para que eu possa assinar junto esta indicação. Obrigado. Leoclides Bisognin - Senhor Presidente e Senhores Vereadores, queria aqui cumprimentar o Luiz Carlos dos Santos que é o Presidente do Sindicato dos Funcionários da EMDUR e dizer que aqui existem correspondências de 2005, há muito tempo existe esta reivindicação, por quê? O pessoal da EMDUR trabalha ao lado do pessoal da prefeitura, um está ao lado do outro e fazem o mesmo serviço e um pergunta: “você tem CAST?” - “eu tenho”, - “você é bem assistido?” - “eu sou”, “e você?”, - “eu não tenho nada!”, então nós fomos conversar com a Edilsa, nós conversamos com o Amir e eles são claros e dizem que não é possível a participação dos funcionários da EMDUR junto com a Prefeitura porque os regimes são diferentes, mas o que ouvimos da Edilsa e nas palavras do Schiavinato que disse: “eu preciso achar um meio, uma maneira de trazer os funcionários da EMDUR para que tenham assistência médica” se será de outra maneira via UNIMED e a Edilsa se colocou à disposição para prestar o conhecimento e hoje nós temos que tirar o chapéu pra Edilsa! Ela faz um trabalho fantástico frente à CAST, nós, com certeza, esta indicação não é nem constitucional porque não pode, mas na verdade queremos mais uma vez suscitar uma discussão para que, de fato, se possa achar uma saída para estes funcionários porque eles dizem: “não somos diferentes dos funcionários da prefeitura, só o regime de trabalho que é diferente!”, mas pelo estudo já encomendado pela CAST e pela primeira vez a EMDUR mandou o número de funcionários para a CAST, com a idade dos funcionários e ainda não foi feito nada com respeito a dependentes da EMDUR, são em torno de cento e sessenta funcionários, por idade e a Edilsa com todo conhecimento que tem disse que não será muito fácil, mas temos a saída que é fazermos o cálculo atuarial via UNIMED e ai tem os seis meses de carência para incluir os funcionários da EMDUR num projeto, num plano especial que a UNIMED poderia fazer que eu acho que traria esta assistência direta. Paulo dos Santos - Senhor Presidente e Senhores Vereadores, obviamente venho fazer a defesa porque sou um dos autores desta indicação, vou fazer a defesa para que a CAST repense e o próprio prefeito repense e o próprio prefeito repense e faça a alteração na Lei 1727 para que possa incluir esta empresa e os funcionários desta empresa como beneficiários da CAST. Eu acho que deveria ampliar mais, ampliar para todos que trabalham no serviço público, esta possibilidade de ser beneficiário da CAST. É preciso fazer um cálculo atuarial? É preciso! Quem tem que fazer? A prefeitura! O Amir é o nosso representante lá na CAST há muitos anos, conhece profundamente a Caixa de Assistência, é um plano dos melhores que tem e eu acredito que, bom a justificativa da prefeitura. Aparte do Vereador Leoclides Bisognin - Bom quando o vereador se prontificou de colocar seu nome aqui agradeço, gostaríamos de colocar aqui o nome de todos os vereadores até para ficar com mais peso esta indicação. Eu concordo como um dos autores que todos possam assinar, ou aqueles que queiram, deixar para o final da sessão, aqueles que quiserem deixar aqui seus nomes, mas vejam, o problema da CAST é um problema delicado, e acho que neste momento é prudente que a direção da CAST aceite fazer a mudança da lei para que possa incluir mais trabalhadores como beneficiários. É prudente pelo seguinte: vamos que o sindicato entre na justiça pleiteando e questionando os quatro por cento que a prefeitura paga do erário público para manutenção deste grupo de duas mil, duas mil e poucas pessoas, se entrar na justiça é um problema. Como é que a prefeitura mantém uma verba, se fizer um cálculo, não sei quanto a prefeitura repassa, são oito por cento retirados dos salários dos servidores e quatro por cento saem dos cofres públicos, seis por cento de dinheiro público, então, é uma discussão delicada, se entrar na justiça e questionar isso, certamente a justiça vai determinar que mais pessoas podem ter acesso. Não sei quanto dá de recursos, se formos verificar quanto se investe no SUS e quanto se investe na CAST, é uma discussão delicada. Colocada em votação, em turno único, foi aprovada por unanimidade.
Fonte: http://www.e-prefeituras.pr.gov.br/sites/prefeitura/CMToledo/
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Quem foi o melhor presidente para o Brasil ?
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Recentemente o Senador Àlvaro Dias fez,em seu blog,pesquisa a respeito de quem seria o melhor presidente para o Brasil.
Ele faz questão de comentar: "Não concordo com a opinião da maioria dos votantes em nossa enquete, mas respeito. A democracia tem que ser vivida mesmo quando nos contraria."
-->Resultado final : FHC 34%, Lula, 66%.
Os comentários podem ser conferidos diretamente no blog do Senador:
http://www.blogalvarodias.com/2009/05/quem-foi-o-melhor-presidente-para-o-brasil/
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quarta-feira, 15 de julho de 2009
Presidente do sindicato participando na CBN
Hoje,durante entrevista do senador Àlvaro Dias,na CBN Cascavel (Central Brasileira de Notícias), o presidente do sindicato fez participação no programa apresentado por Valdomiro Cantini.
O foco da entrevista do senador foi a CPI da Petrobrás,e a intervenção de Luiz Carlos foi no sentido de saber se a CPI irá trazer os resultados esperados.
Através do link abaixo a entrevista pode ser conferida,a intervenção do presidente se dá a partir dos cinco primeiros minutos da entrevista do senador Àlvaro Dias.
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Alvaro Dias fala na CBN sobre CPI da Petrobrás
Valdomiro Cantini entrevista o Senador do PSDB-PR Alvaro Dias
Entrevista do prefeito na CBN
Durante entrevista concedida ao Valdomiro Cantini,Rádio CBN Cascavel,no dia 04/07/2009,o prefeito fala sobre diversos assuntos: abono salarial,perdas salariais dos servidores...etc.
A partir dos cinco minutos iniciais ele fala sobre o abono salarial...confiram. *CBN ENTREVISTA - Prefeito e vice-prefeito de Toledo PARTE - lV
Sábado, 04 de julho às 10:17 - por: Edely Tapia - Categoria: Notícias
Valdomiro Cantini entrevista o prefeito Luiz Carlos Schiavinato e o vice-prefeito Lúcio de Marchi deToledo…
http://www.cbncascavel.com.br/wp-content/uploads/2009/07/4453.mp3Duração: [10:03m] Hide Player Play in Popup * Detalhe da entrevista: o prefeito "esqueceu" de dizer que na empresa pública municipal (EMDUR) o valor pago no abono salarial aos trabalhadores é de R$ 140,00,enquanto que para os demais (prefeitura,câmara municipal,fundações e autarquias) é de R$ 170,00. *Direito das domésticas em acordo
Notícia muito interessante divulgada na Rádio CBN Cascavel,o aúdio pode ser conferido abaixo:
Acordo garante direito a trabalhadores domésticos no Paraná
Terça, 14 de julho às 07:46 - por: Edely Tapia - Categoria: Notícias
Moacir de Camargo
http://www.cbncascavel.com.br/wp-content/uploads/2009/07/11726.mp3Duração: [1:49m] Hide Player Play in Popup * A pergunta que fica é: Quando essa novidade vai ser implantada na região oeste?Mais especificamente em Toledo. .segunda-feira, 13 de julho de 2009
É hora de valorizar quem produz
A administração pública municipal de Toledo continua sendo desafiada a provar,com base sólida legal,o impedimento da entrada dos trabalhadores da EMDUR como segurados obrigatórios da CAST ( Caixa de Assistência dos Servidores de Toledo ).
Por que não alteram a Lei 1727/1992 nos pontos sugeridos pelo sindicato?
Se até mesmo os vereadores entendem ser uma necessidade,conforme diz a indicação nº 096/2009,não há motivo que impeça a legalidade das alterações sugeridas pelo sindicato em janeiro.
É um direito,até mesmo uma questão de isonomia,a entrada dos trabalhadores da única empresa pública municipal de Toledo em um sistema de assistência à saúde que tem trazido bons frutos aos seus segurados.
Enfim,continuamos a espera de respostas ao desafio lançado.
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Salário mínimo ideal
PLR na EMDUR e outras considerações
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A viabilidade da PLR na EMDUR
A questão da implantação da PLR é importantíssima para o movimento sindical,inclusive penso que é o caso de começarmos a visualizar a idéia da sua implantação na Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural (EMDUR).
Por que não?
Os trabalhadores,especialmente o setor operacional,desempenham papel crucial para o desenvolvimento da cidade,fazendo com que Toledo evolua no aspecto tanto urbano quanto rural.
Trabalham muitas vezes em condições adversas,até mesmo sob a chuva.
E o que recebem em troca?
Muito pouco na minha opinião.
Aliás,a empresa nos deve...e muito.
A dívida da administração pública municipal de Toledo para com os trabalhadores da EMDUR é gigantesca,a começar pelas duas décadas e meia sem a mínima assistência à saúde.
Enquanto os servidores da Prefeitura,Câmara Municipal,fundações e autarquias contam com uma elogiável assistência à saúde familiar,a EMDUR,empresa pública municipal,acena com uma pífia assistência individual.
E observem que nem a assistêncial individual existiu nessas duas décadas e meia,era um total abandono.
E notem também que a administração somente "acordou" para a necessidade de um atendimento à saúde dos trabalhadores da empresa após inúmeras cobranças por parte do SINTRAEP.Não fosse isso a coisa continuaria como sempre foi...abandono total.
Voltando a PLR (Participação nos Lucros e Resultados) creio que está chegando o momento de a EMDUR valorizar a mão de obra que emprega,motivando os trabalhadores com a gradual implantação de um sistema de recompensa,ou seja,a distribuição do lucro,dos resultados,que a empresa alcança.
Lógico que sempre podem alegar que a empresa por ser pública não visa lucros,ou seja,a mesma lorota (conversa fiada,segundo o Aurélio) de sempre.
E como justificar,então,a adoção da PLR em inúmeras empresas públicas espalhadas pelo Brasil?
Além do mais a PLR pode ser adotada de diversas formas,não necessariamente pelo lucro,conforme o artigo "Entenda o que é a PLR",postado abaixo, revela.
Em resumo,a adoção da PLR é viável na EMDUR sim.
Basta boa vontade por parte da administração municipal de Toledo.
Entenda o que é a PLR
- A participação dos trabalhadores nos lucros ou nos resultados das empresas (PLR) é um item presente na Constituição brasileira desde 1946, mas, fora algumas poucas experiências isoladas, só começa a ser negociada de fato a partir de 1994, com a medida provisória 794/94 (e suas edições subseqüentes, com modificações). A PLR ganha força somente em meados dos anos 90, em função da política de combate à inflação brasileira, baseada no aprofundamento da abertura da economia e no barateamento das importações. Essas medidas trouxeram impactos sobre as empresas, forçando-as a reduzir os custos e aumentar a produtividade. Sabe-se que o setor industrial foi primeiramente atingido, mas o comércio e os serviços (o de transportes, por exemplo) também estão submetidos à lógica do aumento da competitividade.
- A PLR é uma forma de remuneração variável, na medida em que vincula o pagamento de um valor em dinheiro à efetivação de um determinado evento (em termos de resultado ou lucro): o valor negociado só é pago se a meta for atingida ou se houver lucro.
- 1ª-Participação nos lucros (PL) - Estipula-se um percentual do lucro da empresa, a ser distribuído entre os trabalhadores. A forma de apuração dessa participação é relativamente simples: define-se um indicador de lucratividade da empresa (por exemplo, o lucro líquido do balanço) e negocia-se um percentual a título de participação nos lucros. A dificuldade desse tipo de negociação está na pouca transparência das empresas brasileiras em relação à divulgação pública do seu resultado financeiro, na falta de obrigatoriedade de publicação de balanços por parte das empresas limitadas (que não são S/A), na falta de familiaridade do trabalhador com os sistemas de contabilidade e, especialmente, na possibilidade de manipulação dos resultados dos balanços, através de artifícios contábeis. 2ª-Participação nos resultados (PR) - São negociadas metas de produção, redução de custos, de absenteísmo etc. O pagamento da PR fica vinculado ao cumprimento das metas, que, dependendo da negociação, podem ser de alcance muito difícil ou podem levar a um aumento do ritmo de trabalho, da jornada e da ocorrência de doenças profissionais e acidentes de trabalho. Por outro lado, abrem a possibilidade de se submeterem as condições de trabalho à negociação coletiva. 3ª-Forma mista - Pode-se negociar participação nos lucros e nos resultados, ao mesmo tempo. Alguns acordos trazem a fixação de metas a serem atingidas, mas o pagamento só é realizado se a empresa registrar um determinado percentual de lucro (participação condicionada); neste caso, corre-se o risco de haver o empenho dos trabalhadores para alcançarem as metas, mas a empresa não apresentar lucro - por uma questão do mercado ou por motivos puramente contábeis, independentes da vontade dos trabalhadores.
- A negociação da PLR é de interesse das empresas pelos seguintes motivos: a)Flexibilização - A PLR permite uma adaptação das empresas às flutuações da economia: se o momento econômico é bom, os resultados (ou lucros) das empresas são melhores e dão lugar ao pagamento da PLR; se o momento não é bom e os resultados são ruins, a despesa com remuneração também diminui. b)Vinculação da remuneração ao desempenho - A PLR é uma maneira de estimular o aumento da produtividade e o envolvimento dos trabalhadores; através dela, as empresas buscam controlar com mais eficácia o ritmo e o processo de trabalho. Em resumo, os empresários buscam, de modo geral, atribuir ao programa de participação nos lucros ou resultados um papel disciplinador do comportamento da mão-de-obra, priorizando objetivos relacionados à consecução de padrões de trabalho com menor desgaste do equipamento, melhor qualidade no atendimento ao usuário e queda do absenteísmo.
- O movimento sindical tem demonstrado interesse na negociação da PLR por vários motivos, entre os quais se destacam: a)Obter informações - as informações sobre a empresa e o setor, sobre o processo de trabalho, índices de produtividade, entre outras, são indispensáveis à negociação de PLR e potencializam a ação sindical em geral. b)Propiciar condições para a organização dos trabalhadores dentro das empresas. Identificar rapidamente os interesses e necessidades da base. c)Negociar questões relativas ao processo de trabalho. Esses itens, necessários à realização de um bom acordo de PLR, abrem e ampliam oportunidades para a ação sindical. *
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