Você é nosso visitante número:
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Eleições: prazo final chegando
Licença de seis meses em acordos
Sintraep vai cobrar licença-maternidade de seis meses
A ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses, aprovada na última terça-feira, 9, entrará na pauta das próximas negociações trabalhistas. Apesar de a Lei 281/2005 prever os dois meses extras como opcionais e só a partir de 2010, o Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Públicas Municipais de Toledo ( SINTRAEP),que representa os trabalhadores da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Toledo (EMDUR), promete colocar o assunto nos dissídios coletivos já em 2009. “Com certeza, o sindicato vai defender esta bandeira”, garante o presidente do Sintraep, Luiz Carlos dos Santos.
Segundo ele, a lei concede às mulheres e crianças um direito legítimo. “Vamos brigar para colocar os dois meses nos acordos coletivos,começando por 2009.”, afirma.
Com o processo eleitoral sindical a pleno vapor,as eleições acontecem no dia 10 de outubro,Luiz Carlos afirma que independentemente de quem sair vitorioso nas urnas o sindicato obrigatoriamente vai ter que cobrar mais esta conquista,pois é fato que praticamente todos os sindicatos do país irão encampar esta luta.
E tem mais: “A EMDUR,por ser uma empresa pública municipal tem por obrigação dar o exemplo,beneficiando as atuais trabalhadoras e as futuras que entrem através de novos concursos públicos.”-finaliza Luiz Carlos.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Um processo democrático
Em defesa da unicidade sindical
Mobilizar em defesa da unicidade e da contribuição sindical
O movimento sindical brasileiro sofre, hoje, uma ofensiva política e ideológica que cumpre desmascarar, combater sem vacilação e derrotar. Em nome da "modernização" da organização sindical, querem acabar com a unicidade sindical e a contribuição compulsória, o que resultaria em maior fragmentação e enfraquecimento das entidades sindicais.
Por Salaciel Fabrício Vilela
Unidade A unicidade, consagrada na CLT e na Constituição, ao não permitir a criação de mais de um sindicato em determinada base, é uma barreira à fragmentação e um estímulo à unidade dos trabalhadores. Aqueles que propõem o fim deste dispositivo constitucional apostam na divisão e na partidarização do sindicalismo nacional, embora mascarem tais propósitos com o pretexto de defender a liberdade sindical.A unicidade vem sendo sabotada na prática pela Portaria 186 do Ministério do Trabalho e Emprego (TEM), que procura consolidar o pluralismo nas federações e confederações, além de facilitar a proliferação das organizações de primeiro grau. Estimativas do próprio MTE revelam que são criados, em média, 22 sindicatos por mês no Brasil, o que significa a fundação de uma nova entidade a cada dia útil. Onde vamos parar com isto?
Divisionismo É evidente que esta fragmentação em nada contribui para a luta da classe trabalhadora. Muito pelo contrário, o divisionismo enfraquece a luta das categorias e joga água no moinho dos patrões. Conforme reza o ditado popular "a união faz a força", ao passo que a divisão enfraquece e não é boa conselheira para o movimento sindical. A pretensão de acabar com a contribuição sindical compulsória também tem o mesmo sentido. O projeto do MTE extinguido três fontes de financiamento do movimento (contribuição sindical, contribuição confederativa e contribuição assistencial) e instituindo, em seu lugar, a chamada contribuição negocial embute um sério risco para a sustentação das entidades classistas. Conforme já foi observado por muitos críticos, o projeto governamental, que conta com o apoio entusiasmado da CUT, carece de segurança jurídica, suprime o caráter compulsório do pagamento e, além disto, é manifestamente anticonstitucional, a exemplo da Portaria 186. Ambos (o anteprojeto e a portaria) atropelam o famoso Artigo 8º da Carta Magna.
Liberalismo Subjacente aos argumentos divisionistas que apregoam as falsas virtudes do pluralismo sindical e da contribuição negocial reside uma concepção liberal da organização sindical, que por sua vez acoberta interesses mesquinhos, o exclusivismo antidemocrático e a intolerância com a diversidade e a divergência. Os pruridos contra o chamado imposto sindical para sustentar o movimento, num país em que a carga tributária consome mais de 40% do salário de um trabalhador, não passa de hipocrisia. Não é por mera coincidência que tais idéias despertam ampla simpatia e apoio nos círculos capitalistas e nos partidos neoliberais. Também contam, compreensivelmente, com o beneplácito editorial da mídia empresarial, sempre tão hostil à classe trabalhadora, aos movimentos sociais e a tudo que de longe cheire a mudança progressista. Não é tão difícil enxergar que convergem, no caso, para um objetivo comum: o esfacelamento do sindicalismo nacional. A CTB tem uma posição inequívoca acerca desta ofensiva reacionária. Estamos firmemente engajados, ao lado de outras centrais, confederações, federações e sindicatos) na mobilização nacional em defesa da unicidade e da contribuição sindical compulsória.
*Salaciel Fabrício Vilela é Secretário-geral adjunto da CTB e diretor do Sindicato dos Metroviários de São Paulo
Movimento entre trabalhadores
domingo, 7 de setembro de 2008
Compromissos de todos os candidatos
COMPROMISSOS DOS CANDIDATOS A PREFEITO DE TOLEDO COM A EMDUR
No dia 08 de julho o sindicato enviou aos três candidatos a Prefeito de Toledo um documento contendo nossas idéias em benefício dos trabalhadores da EMDUR,fizemos nossa parte e recebemos como resposta os compromissos abaixo.
Compromissos do Beto Lunitti com os trabalhadores da EMDUR:
- Distribuição das horas trabalhadas no sábado no decorrer da semana. Assim, os funcionários poderão utilizar o sábado para suas atividades religiosas e de lazer;
- Continuidade do pagamento do abono, inclusive no período de férias e nos dias em que ele estiver com atestado médico;
- Valorização dos funcionários do quadro, com a indicação dos mais preparados para assumir funções de chefia;
- Criação de programa permanente de qualificação profissional. Para isso, serão criados mecanismos de incentivos para que os funcionários com baixa escolaridade tenham a oportunidade de concluir o ensino fundamental e médio;
- Criação de ações permanentes de recursos humanos, que auxiliem na auto-estima e nas relações de trabalho;
- Liberação em tempo integral de um membro do SINTRAEP, para tratar das atividades sindicais;
- Construção em parceria com o SINTRAEP de uma área de lazer aos funcionários da EMDUR no terreno do sindicato;
- Alteração do estatuto da empresa, para que o SINTRAEP tenha uma vaga no Conselho Administrativo da EMDUR;
- Investimento no parque de máquinas, com a aquisição de novos maquinários e a recuperação dos equipamentos sucateados; bem como a disponibilização dos equipamentos necessários à prevenção de acidentes de trabalho;
Também assumimos o compromisso de promover estudo criterioso das demais solicitações que poderão ser implantadas ao longo de nossa administração, são elas:
- Discussão junto com o SINTREP a proposta de estruturação de plano de cargos e salários à EMDUR;
- Avaliação do impacto financeiro da adesão da empresa ao PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador),
- Apresentação de proposta de implantação de plano de saúde, compatível com as condições dos funcionários e da empresa. Para isso buscaremos o assessoramento da Caixa de Assistência dos Servidores Municipais de Toledo - CAST, para avaliação de qual a melhor proposta de implantação deste plano de saúde, dada as características da empresa.
Compromissos de José Carlos Schiavinato com a EMDUR:
-Renovar e adquirir equipamentos modernos ( máquinas para as diversas áreas e caminhões ),visando continuar o fortalecimento da Empresa-EMDUR.
-Realizar concurso público,visando a contratação de novos profissionais,incluindo Técnico em Segurança no Trabalho.
-Concluir a implantação das melhorias em todos os locais de trabalho,com definição de espaços para armazenamento de ferramentas e EPIs (equipamentos de proteção individuais).
-Implementar o programa de fornecimento de uniformes e EPIs,de acordo com cada setor de trabalho.
-Manter e melhorar o programa de abono salarial por assiduidade já implantado.
-Implementar o transporte dos funcionários para os locais de trabalho,com veículos apropriados.
-Manter o diálogo permanente com o Sindicato dos Servidores da EMDUR.
-Implantar o PAT_Programa de Alimentação do Trabalhador.
-Discutir com os Servidores e Sindicato a implantação de um plano de cargos e salários.
-Implantar junto ao município um plano de SAÚDE para todos os funcionários.
-Manter a Empresa à frente dos Programas de pavimentação de estradas no interior,bem como,na malha viária e na manutenção dos próprios públicos,objetivando o fortalecimento da EMDUR,como empresa pública.
_______________________________________________________________
O que o candidato Elton Welter diz sobre a EMDUR:
REESTRUTURAR A EMDUR
A empresa tem um papel fundamental na proposta de governo que iremos implantar em Toledo, porém ela precisa de um choque de gestão e de uma nova orientação política para que possa mudar de rumo e cumprir os nossos objetivos.
A valorização dos funcionários da Emdur é muito importante e está colocada dentro de uma nova visão para o papel que a empresa irá cumprir em nosso governo.
A Emdur vai deixar de ser apenas a possibilidade de empregar aliados políticos do prefeito, passando a ser uma empresa ágil, focada em metas e qualidade, servindo como importante instrumento para que possamos alavancar o desenvolvimento tanto da cidade como dos bairros. A Emdur pode e vai fazer muito mais do que faz hoje. E isso será feito, especialmente, ouvindo e valorizando os seus funcionários, inclusive assegurando a participação de um representante dos servidores no Conselho de Administração.
-----------------------------------------------------------------
O sindicato (SINTRAEP) pede aos trabalhadores que avaliem bem as idéias de todos os candidatos e escolham aquele que melhor beneficiará nossos avanços pelos próximos quatro anos.
Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Públicas Municipais de Toledo
(SINTRAEP)









